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Dor na coluna: guias, diagnóstico e tratamentos

Dor na coluna pode ser muscular, discal, facetária, sacroilíaca, neuropática ou mista.

Mãos do médico seguram uma réplica anatômica da coluna vertebral, ao lado de um abajur aceso

Dor na coluna
em poucas linhas

Dor na coluna precisa de avaliação quando é recorrente, limita sono ou caminhada, irradia para perna, causa formigamento ou não melhora com medidas simples.

O tratamento sem cirurgia pode incluir educação, reabilitação, acupuntura médica, bloqueios, infiltrações ou tratamento multimodal, conforme o diagnóstico.


Revisão clínica: Dr. Marcus Yu Bin Pai, CRM-SP 158.074. Atualizado em 15 de maio de 2026.

Dor na coluna
reúne causas
diferentes

Lombalgia, ciática, hérnia de disco, estenose, discopatia, dor facetária e dor sacroilíaca podem se misturar no mesmo paciente. O primeiro passo é separar dor local, dor irradiada, sinais neurológicos e fatores de carga.

Na consulta, relaciono história, exame físico, exames já realizados e impacto funcional.

Padrões da dor

  • Dor local
  • Dor para perna
  • Formigamento
  • Fraqueza
  • Piora ao caminhar
  • Dor ao sentar
  • Dor noturna
Mãos do médico sobre uma réplica anatômica de vértebras lombares na mesa do consultório

O que avalio

A avaliação reúne sintomas, exame físico e exames para definir o plano de tratamento.

  • Tempo de dor
  • Gatilhos
  • Irradiação
  • Força
  • Sensibilidade
  • Reflexos
  • Mobilidade lombar
  • Quadril
  • Sacroilíaca
  • Pontos miofasciais
  • Exames

A decisão muda quando há déficit neurológico, dor inflamatória, estenose, sensibilização ou dor mecânica predominante.

Sinais que mudam a prioridade

Fraqueza progressiva, alteração urinária ou intestinal, anestesia em sela, febre, trauma, câncer conhecido, perda de peso inexplicada ou dor noturna progressiva exigem avaliação rápida.

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Perguntas frequentes

Não. Hérnia é uma possibilidade, mas dor muscular, facetária, sacroilíaca e sensibilização também são frequentes.

A maioria dos quadros começa com tratamento não cirúrgico, exceto quando há sinais neurológicos graves ou outra urgência.

Ajuda, mas precisa combinar com história e exame físico.

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