Como
funciona
a avaliação
em dor
História, exame físico, revisão de exames e plano de cuidado para decidir o próximo passo.

O percurso
O foco é entender o mecanismo da dor, o impacto funcional, os riscos individuais e o que já foi tentado.
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História clínica
Linha do tempo, crises, tratamentos prévios, medicamentos, sono, trabalho, exercício, cirurgias, exames e objetivo funcional.

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Exame físico
Avaliação neurológica, musculoesquelética e funcional para separar dor muscular, articular, tendínea, neural, inflamatória ou mista.

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Revisão de exames
Imagens e laudos ajudam a confirmar hipótese, excluir risco ou planejar tratamento. Comparo o achado do exame com os sintomas e o exame físico.

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Plano em etapas
O plano define prioridade, tratamento inicial, critérios de resposta e quando mudar a rota.

O que sai da avaliação
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Hipótese principal
Qual é a fonte mais provável da dor e quais diagnósticos ainda precisam ser considerados.
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Prioridade clínica
O que tratar primeiro: crise de dor, perda de função, sono, medicação de risco, déficit neurológico ou reabilitação.
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Opções de tratamento
Medicação, reabilitação, acupuntura médica, ondas de choque, infiltrações, bloqueios, toxina botulínica ou tratamento multimodal a partir de diagnóstico, alvo e segurança.
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Critérios de resposta
Como saber se o plano funcionou: dor, função, sono, tolerância a carga, retorno ao exercício e redução de crises.
O que levar
à primeira
consulta
Trazer as informações certas ajuda a consulta a ser mais precisa.
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Exames e laudos
Imagem, eletroneuromiografia, exames laboratoriais e relatórios anteriores, quando existirem.
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Medicamentos
Lista com doses, frequência, alergias, anticoagulantes, suplementos e remédios já testados.
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Tratamentos prévios
Fisioterapia, infiltrações, cirurgias, acupuntura, bloqueios, ondas de choque ou outras terapias.
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Objetivo funcional
O que a dor impede: dormir, andar, trabalhar, treinar, dirigir, cuidar da casa ou ficar sentado.
Casos de dor complexa

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Dor que não combina com o laudo
Hérnia, artrose, bursite ou tendinopatia podem estar no exame sem serem a principal causa da dor.
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Dor depois de cirurgia
A avaliação diferencia cicatriz, irritação neural, sobrecarga, dor miofascial, inflamação, artrose e dor persistente pós-operatória.
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Dor em choque ou queimação
Com formigamento, alodinia, dormência e choque, avalio nervos, raízes, diabetes, herpes zóster, quimioterapia ou compressão.
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Dor que limitou vida e movimento
Quando sono, trabalho, treino e autonomia foram reduzidos, o plano trata dor e função ao mesmo tempo.
Procedimentos no mesmo percurso
Toxina botulínica para dor
Entra em indicações como enxaqueca crônica, distonia, dor miofascial refratária e alguns padrões localizados de dor neuropática.Ondas de choque radial e focal
Usadas em tendinopatias, fascite plantar, dor lateral do quadril, epicondilite e calcificações quando tecido e carga explicam parte do problema.Infiltrações e pontos-gatilho
São consideradas para alvos musculares, articulares, bursais ou periarticulares, com objetivo definido e reavaliação depois.Bloqueios e neuromodulação
Podem ajudar em dor neuropática, dor irradiada, cefaleias e casos selecionados em que a fonte neural precisa ser confirmada ou modulada.
Quando o diagnóstico está claro, os exames são suficientes e não há contraindicação, procedimentos podem ser realizados no mesmo dia ou programados com preparo adequado.
Perguntas
frequentes
Não. Na avaliação, defino diagnóstico, prioridade e opções. Em alguns casos indico um procedimento; em outros, reabilitação, medicação, investigação ou combinação gradual.
Sim. Laudos, imagens, receitas, relatórios de cirurgias, eletroneuromiografia e lista de tratamentos anteriores ajudam a reconstruir o caso.
Não sozinho. Comparo a imagem com sintomas, exame físico e limitação. Muitas alterações são achados comuns e não explicam toda a dor.
Sim, quando a avaliação confirma a indicação. Isso depende de diagnóstico, segurança, medicações, exames e objetivo funcional.
O plano pode começar por investigação, acompanhamento da resposta, exames adicionais ou tratamento de um alvo prioritário. Em dor complexa, o diagnóstico costuma ficar claro por etapas.