Radial e focal, escolhidas por diagnóstico, alvo e objetivo funcional.
Ondas de choque radial e focal
Energia mecânica para tendões, fáscia e dor musculoesquelética selecionada.
A terapia por ondas de choque extracorpóreas usa pulsos acústicos para estimular tecidos-alvo. Na clínica, recursos radiais e focais são escolhidos conforme diagnóstico, profundidade, tolerância e objetivo funcional.
Energia mais dispersa, útil para áreas superficiais e regiões mais amplas.
02Focal
Energia concentrada em profundidade definida, quando o alvo pede mais precisão.
03Alvo
Tendão, fáscia, entese, região periarticular ou dor miofascial selecionada.
04Plano
Melhor quando integrada a carga, reabilitação e reavaliação objetiva.
Em uma frase
Ondas de choque para fascite plantar, epicondilite e tendinopatias.
Ondas de choque são consideradas quando a dor tem um componente mecânico ou tendíneo plausível, como fascite plantar, epicondilite lateral, tendinopatia de Aquiles, tendinopatia patelar, tendinopatia calcária do ombro ou dor lateral do quadril em contextos selecionados.
A mesma dor no calcanhar, ombro, cotovelo ou quadril pode vir de tecidos diferentes. Antes da indicação, confirmo se o alvo combina com exame, história, imagem quando necessária e fase da dor.
Base técnica
Ondas de choque: pulso acústico, alvo tecidual e dose.
Ondas de choque extracorpóreas são pulsos mecânicos aplicados pela pele. A indicação depende de alvo claro, como tendão, fáscia, entese, calcificação ou dor miofascial selecionada.
O que é
Pulsos acústicos que se propagam no tecido
O equipamento gera pulsos acústicos que se propagam no tecido. A aplicação pode ser radial, mais dispersa e superficial, ou focal, mais concentrada em profundidade definida.
A indicação segue o alvo clínico, a profundidade, a tolerância e o plano de reabilitação.
Racional
Mecanotransdução e modulação de dor
O estímulo mecânico pode influenciar células, matriz extracelular, mediadores locais, vascularização e sensibilidade dolorosa. O efeito clínico varia por condição e protocolo.
Em tendinopatias, fascite plantar e calcificações, a técnica faz mais sentido quando existe dor localizada, exame compatível e reabilitação organizada.
Parâmetros
Pressão, energia, frequência e número de pulsos
O plano técnico inclui região tratada, aplicador, energia ou pressão, frequência, número de pulsos e intervalo entre sessões. A dor durante aplicação deve ser tolerável e útil.
Alvos superficiais e profundos pedem escolhas diferentes. Uma epicondilite lateral, uma fascite plantar, uma tendinopatia calcária e uma dor glútea lateral não são o mesmo tratamento.
Depois
Carga progressiva e exercício
A técnica é combinada com exercício. Em tendão, o tecido precisa de carga progressiva bem dosada. Em fase irritada, carga alta demais pode anular o ganho da sessão.
A resposta é medida por dor, capacidade de caminhar, subir escadas, treinar, usar o braço ou dormir, dependendo do alvo.
Na clínica
No mesmo dia, com alvo e segurança definidos.
Após a consulta, quando diagnóstico provável, alvo anatômico, medicações em uso, alergias, pele, riscos individuais e objetivo funcional estão claros, alguns procedimentos ou sessões podem ser realizados na própria clínica no mesmo dia.
Quando a indicação depende de exames, ajuste de medicação ou preparação específica, o procedimento é programado para o momento mais adequado.
UsaOndas radiais ou focais, com parâmetros ajustados ao alvo e à tolerância.
IndicaTendinopatias, fáscia plantar, enteses, calcificações e quadros selecionados.
CombinaControle de carga, reabilitação, imagem quando necessária e reavaliação.
São pulsos acústicos aplicados pela pele. Não são corrente elétrica. A energia mecânica atravessa tecidos e pode gerar respostas locais relacionadas a modulação de dor, mecanotransdução, circulação tecidual e reparo em estruturas sobrecarregadas.
Pressão
Pulso mecânico curto
A onda produz uma variação rápida de pressão no tecido. O objetivo é aplicar estímulo mecânico controlado em um alvo clínico.
Resposta
Mecanotransdução
Células e matriz extracelular podem responder a forças mecânicas. Em tendinopatias, a aplicação é combinada com carga e reabilitação organizadas.
Dor
Modulação nociceptiva
Parte do efeito pode envolver alteração temporária da sensibilidade local e melhora de dor, permitindo avançar gradualmente movimento, força e função.
Tecido
Ambiente biológico
Estudos discutem efeitos sobre vascularização, mediadores inflamatórios e remodelamento.
Radial x focal
Campo de energia, alvos e escolha entre ondas radiais e focais.
Critério
Ondas radiais
Ondas focais
Campo de energia
Mais amplo e disperso, com maior atuação superficial.
Mais concentrado, com foco em ponto e profundidade definidos.
Quando ajuda a pensar
Áreas extensas, tendões superficiais, fáscia plantar, epicondilite e componentes miofasciais selecionados.
Alvos mais profundos ou precisos, calcificações, enteses e situações em que a profundidade muda a estratégia.
Como escolho
Quando o exame sugere região dolorosa ampla e a tolerância do paciente pede progressão mais distribuída.
Quando a hipótese clínica pede entrega mais concentrada, com alvo anatômico mais claro.
Quando considerar
Indicações comuns em dor musculoesquelética
A indicação é mais forte quando existe dor localizada, exame compatível, limitação funcional e falha de medidas proporcionais como orientação, controle de carga, exercício e reabilitação.
Localizar a fonte provável da dor. Tendão, fáscia, articulação, nervo, músculo e coluna podem produzir sintomas parecidos.
Ver a fase do tecido. Uma tendinopatia muito irritável, uma lesão aguda ou um quadro difuso pedem estratégia diferente.
Revisar exames quando eles mudam a conduta. Ultrassom, radiografia ou ressonância podem ajudar em calcificações, rupturas, artrose, edema ósseo ou diagnósticos alternativos.
Escolher radial, focal ou outro caminho. Profundidade, extensão da área dolorosa, tolerância e hipótese clínica orientam a técnica.
Definir como medir resposta. A resposta é medida em atividades como caminhar, subir escadas, dormir de lado, treinar, usar o braço ou tolerar carga.
Protocolo
Critérios que mudam a indicação
O protocolo muda conforme alvo, tolerância e resposta. Número de sessões, energia, frequência, ponteira, alvo e intervalo são ajustados conforme tecido, sensibilidade, diagnóstico e resposta.
Parâmetros
Pressão ou energia, número de pulsos, frequência e foco da aplicação são definidos para o alvo clínico. Dor intensa é sinal para ajustar energia, pressão ou alvo.
Sessões
Em muitos quadros musculoesqueléticos, o tratamento é feito em série. A decisão de continuar depende de dor, função e tolerância à carga.
Reabilitação
Fortalecimento, controle de carga, ajuste de treino, calçado, ergonomia e mobilidade continuam no plano quando esses fatores mantêm a dor.
Revisão
Se a evolução não combina com o esperado, o diagnóstico precisa ser reaberto. Persistência de dor pode indicar outro tecido ou outro mecanismo de dor.
Segurança
Quando não começo por ondas de choque
Dor difusa sem alvo clínico definido.
Suspeita de infecção, tumor local, fratura, ruptura importante ou sinal neurológico progressivo.
Alteração importante de coagulação, anticoagulação de risco ou fragilidade local que precise ser discutida antes.
Gestação em áreas de risco, áreas com tecido vulnerável ou regiões inadequadas para aplicação.
Dor principalmente neuropática, inflamatória sistêmica ou articular avançada, quando outra estratégia é mais lógica.
Quadro ainda sem diagnóstico, plano de carga, reabilitação e acompanhamento.
Estrutura real
Equipamento, reabilitação e ambiente clínico no mesmo endereço
EquipamentoCotovelo e tendõesJoelhoReabilitação
Primeiras semanas
Acompanhamento depois das sessões
Semana 1Sensibilidade local
Pode haver desconforto durante a aplicação e dor local transitória. A carga costuma ser ajustada, sem suspender a atividade.
Semanas 2 a 4Resposta funcional
O parâmetro principal é tolerar melhor atividades específicas: caminhar, correr, subir escadas, usar o braço, dormir de lado ou treinar.
Semanas 4 a 8Progressão
Quando há resposta, reabilitação e carga devem avançar de modo gradual. Se não há mudança, o diagnóstico e a estratégia são revistos.
Perguntas frequentes
Perguntas frequentes sobre ondas de choque
Ondas de choque ajudam em tendinopatia?
Podem ajudar em tendinopatias selecionadas quando o diagnóstico, o estágio do tecido, a carga, o fortalecimento e os fatores que mantêm a dor apontam para essa rota.
Radial ou focal: qual é melhor?
Depende do alvo. A radial dispersa energia em tecidos mais superficiais; a focal concentra energia em alvo mais profundo. A escolha depende do exame e do objetivo.
Preciso fazer exame de imagem antes?
História e exame físico podem ser suficientes. Ultrassom, radiografia ou ressonância são pedidos quando ajudam a diferenciar calcificação, ruptura, artrose, edema ósseo, compressão neural ou diagnósticos alternativos.
Dói durante a sessão?
Pode incomodar. A intensidade é ajustada à tolerância e ao alvo. O tratamento precisa manter intensidade tolerável e coerente com o alvo.
Posso treinar durante o tratamento?
Em geral a carga é ajustada, com redução temporária de volume, mudança de exercício e progressão monitorada. O tecido precisa de estímulo progressivo compatível com a fase da dor.
Serve para fibromialgia ou dor crônica difusa?
Nesses quadros, ondas de choque costumam ter papel secundário; são mais úteis quando há alvo local. Dor difusa pede avaliação de sensibilização, sono, medicações, condicionamento, comorbidades e plano multimodal.
Pode ser feita no mesmo dia?
Sim, quando diagnóstico, alvo, segurança, consentimento, tolerância e contraindicações já estão claros. Se houver dúvida, a avaliação vem antes.
Quando devo reavaliar a estratégia?
Quando a dor piora de modo persistente, não há ganho funcional, aparecem sintomas neurológicos, há perda de força, febre, trauma importante ou o padrão da dor não combina com o diagnóstico inicial.
Entender se ondas de choque fazem sentido no seu caso.
A avaliação médica define diagnóstico, mecanismo de dor, exames, carga, riscos e objetivo funcional antes de escolher radial, focal ou outro tratamento.
A consulta revisa história, exame físico, função e exames disponíveis para decidir se existe alvo clínico para a técnica.
02
Checar segurança
Medicamentos, alergias, pele local, anticoagulantes, infecção, gestação e comorbidades mudam técnica, dose e momento.
03
Procedimento com alvo definido
Com alvo, segurança e tempo adequado, alguns procedimentos podem ser feitos na clínica no mesmo dia.
04
Plano para as semanas seguintes
A resposta é acompanhada por dor, movimento, sono, tolerância a carga e retorno gradual à rotina.
Resumo clínico atualizado em 1 de junho de 2026. Diagnóstico, exame e objetivo funcional orientam a escolha.
Quando este tratamento faz sentido
Faz sentido quando o diagnóstico aponta para tendinopatia, fascite plantar, tendinopatia calcária, epicondilite, Aquiles, patelar ou dor musculoesquelética persistente em que carga, reabilitação e tempo já foram considerados.
A indicação é mais forte quando existe alvo anatômico claro, dor reproduzível no exame e limitação funcional. A energia mecânica é usada para estimular o tecido ou modular a dor o suficiente para avançar a reabilitação.
Quando outra opção vem primeiro
Evitar em dor sem diagnóstico, dor difusa sem alvo, infecção, tumor local, algumas condições vasculares ou neurológicas, gestação em áreas de risco ou alteração importante de coagulação.
Em dor principalmente neuropática, inflamatória sistêmica, articular avançada ou dependente de carga e fortalecimento, outro tratamento costuma vir antes.
Escolha entre opções de tratamento
A decisão compara ondas radiais e focais, laser, infiltração, proloterapia, reabilitação e controle de carga. Radial costuma ser mais superficial e difusa; focal permite alvo mais profundo e preciso.
Eu observo tecido, profundidade, tolerância, tempo de dor, exames e objetivo funcional. O equipamento é escolhido para entregar a energia certa no alvo certo, com tolerância e objetivo funcional definidos.
Primeiras semanas de tratamento
Nas primeiras semanas pode haver desconforto durante a aplicação e sensibilidade local depois. Em tendinopatias, a resposta costuma ser gradual.
O acompanhamento deve medir dor ao caminhar, subir escada, correr, apoiar o pé ou usar o braço, além da tolerância ao exercício progressivo. Se a dor não muda ou piora de modo persistente, a estratégia precisa ser revista.
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Consultas particulares para dor, fisiatria e acupuntura médica.