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TRATAMENTO

Reabilitação e exercício terapêutico

Fisioterapia individual, Pilates terapêutico e treino de força para mobilidade, marcha e retorno à rotina.

Fisioterapia, Pilates e treino de força

Exercício prescrito para recuperar força, mobilidade e marcha

A reabilitação reúne fisioterapia individual, Pilates terapêutico e treino de força na academia da clínica. O exercício é prescrito a partir da consulta e progride conforme a resposta, com retorno gradual à rotina.

Fisiatria USPDor AMBAcupuntura médicaReabilitação integradaAcademia própria

Exercício no Pilates Cadillac, acompanhado pela fisioterapeuta
Pilates terapêutico

Base técnica

Reabilitação: exercício prescrito com diagnóstico, objetivo, dose e progressão.

O exercício terapêutico começa pela tarefa que a pessoa precisa recuperar: levantar de uma cadeira, caminhar, subir escadas, carregar peso, voltar ao trabalho ou ao esporte. O programa registra essa tarefa e treina o que ela exige, como força, resistência, mobilidade ou condicionamento.

O que é

O que a prescrição do exercício traz

Para a força, o grupo muscular, a carga, as repetições, a frequência e o critério para avançar. Para a marcha, velocidade, distância, apoio e segurança. Para uma tarefa de trabalho, a exigência real, as pausas e a adaptação.

A meta é uma tarefa: levantar da cadeira sem usar os braços, subir um lance de escada, caminhar até o mercado, carregar um objeto.

Dose

Carga de início e progressão

A carga de início é a que a pessoa executa com boa técnica e consegue repetir. A progressão muda uma variável de cada vez: resistência, repetições, amplitude, velocidade ou redução do apoio.

Comparo a resposta durante a tarefa, nas horas seguintes e no dia seguinte. Com resposta tolerável, a carga avança; quando a função cai de forma progressiva, reduzo uma variável.

Fisioterapia e Pilates

Fisioterapia individual e Pilates terapêutico

Sessões individuais, conduzidas por fisioterapeutas, para mobilidade, força, marcha e retorno progressivo à rotina.

A fisioterapia dosa força, mobilidade e treino motor, ajusta o tipo de exercício e registra a carga.

Musculação terapêutica

Treino de força na academia da clínica

No treino de força, o músculo trabalha contra uma resistência que aumenta de forma medida. O programa envolve os grandes grupos musculares e os movimentos das tarefas do dia a dia: sentar e levantar, empurrar, puxar, estender joelho e quadril.

A progressão de carga é feita na academia da clínica.

Na clínica

Indicação na consulta e reabilitação no mesmo endereço.

Na consulta, história, exame físico e revisão dos tratamentos anteriores definem o diagnóstico e a tarefa a recuperar. O plano pode combinar orientação, reabilitação, procedimento, acupuntura ou acompanhamento.

A clínica reúne, no mesmo endereço, consulta, procedimentos, fisioterapia individual, Pilates terapêutico e a academia para o treino de força. A resposta é acompanhada por função, tolerância, sono, dor e retorno gradual às atividades.

  • DefineDiagnóstico, tarefa a recuperar e medida inicial.
  • DosaExercício, carga, repetições, frequência e critério para avançar.
  • ReavaliaForça, marcha, tolerância à tarefa, sono e dor.

Para que é usada

Quatro usos da reabilitação no tratamento da dor

Dor que limita o movimento, perda de força e sarcopenia, tendões em retorno à carga e recuperação depois de um procedimento.

Dor

Dor que limita o movimento

Na artrose e na fibromialgia, o exercício é parte central do tratamento. Na lombalgia, o programa parte da função a recuperar, como caminhar, ficar sentado ou carregar peso.

Força

Perda de força e sarcopenia

O treino resistido, junto do suporte nutricional, forma o centro do tratamento da sarcopenia. Em idosos, o treino de força e de equilíbrio faz parte da prevenção de quedas.

Tendão

Tendões e retorno à carga

Na tendinopatia, o tratamento principal é o exercício progressivo de carga, com dose adaptada à irritabilidade e à função, como no tendão patelar e nos tendões glúteos.

Procedimento

Depois de um procedimento

Quando uma infiltração, um bloqueio ou outro procedimento alivia a dor, esse período é usado para treinar. A reabilitação trabalha movimento, força e rotina.

Para quem é indicada

Quem pode se beneficiar da reabilitação

A indicação parte da consulta: diagnóstico, exame de força e de movimento e a tarefa que a pessoa quer recuperar.

01

Dor que reduziu a atividade

A dor pode reduzir o movimento e o treino e levar à perda de força. A carga volta aos poucos, a partir do que a pessoa consegue fazer hoje.

02

Idoso com perda de força ou quedas

Dificuldade nova para levantar da cadeira, subir um degrau, carregar compras ou caminhar no ritmo de sempre. O programa treina força, equilíbrio e as tarefas do dia a dia.

03

Retorno ao esporte e ao treino

A volta é feita em etapas: treino com restrições, retorno à modalidade e recuperação do desempenho, com uma variável aumentada por vez.

04

Quem ainda não tolera carga

A primeira sessão pode usar ajuda para levantar, contrações contra a gravidade e poucas repetições bem feitas. A resistência sobe conforme a capacidade aumenta.

Passo a passo

Como o plano de exercício é definido e acompanhado

As sessões são feitas na clínica, e a progressão segue a resposta de cada uma.

  1. 01

    Avaliar e definir a tarefa

    História, exame físico e testes de função definem o diagnóstico, a tarefa a recuperar e a medida inicial.

  2. 02

    Prescrever a dose

    Exercício, carga, repetições e frequência, em um volume que caiba na semana.

  3. 03

    Treinar

    Fisioterapia individual, Pilates terapêutico ou treino de força na academia da clínica.

  4. 04

    Reavaliar e progredir

    As mesmas medidas são repetidas: força, marcha, tolerância à tarefa, sono e dor. A resposta define o próximo aumento de carga.

Como entra no plano

Reabilitação junto de PEMS, eletroestimulação, ondas de choque e infiltrações

Os recursos da clínica são usados junto com a reabilitação. O exercício conduz a progressão do plano.

PEMS

Antes do treino com carga

A estimulação magnética (PEMS) produz contrações do músculo em quem ainda não tolera carga e pode complementar a série de exercícios de força.

Eletroestimulação

Antes ou durante o exercício

A TENS é aplicada antes ou durante o exercício, para que a dor menor permita o movimento. A estimulação muscular é somada aos exercícios de força da fisioterapia.

Ondas de choque

Tendão em carga progressiva

Nas tendinopatias, as ondas de choque são combinadas com exercício e carga progressiva bem dosada.

Infiltrações

Alívio usado para avançar o treino

Uma infiltração pode aliviar a dor e abrir um período para movimento e reabilitação. Controle de carga e retorno são definidos junto do procedimento.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre reabilitação e exercício

As sessões de fisioterapia e Pilates são individuais?

São individuais e conduzidas por fisioterapeutas. O plano parte da avaliação médica, e a resposta em dor e função é reavaliada na consulta.

O que é musculação terapêutica?

É o treino de força prescrito como parte do tratamento e feito na academia da clínica. A carga começa no que a pessoa consegue repetir e sobe de forma medida.

Posso fazer exercício com dor?

Pode, com a carga ajustada pela evolução dos sintomas e da função. Em alguns programas, uma dor baixa e controlável durante o exercício é aceita.

Caminhar é suficiente para recuperar a força?

Caminhar faz bem à saúde e melhora a capacidade de sustentar a atividade. Levantar, controlar a descida, virar e recuperar um passo pedem treino de força e de equilíbrio.

Já fiz fisioterapia e a dor voltou. Ainda faz sentido avaliar?

Sim. Na avaliação, revejo o diagnóstico, o exercício escolhido, a dose realmente feita e o que dificultou a continuidade. O programa pode mudar de carga, de modalidade, de frequência ou de supervisão.

O treino continua depois da alta?

Continua. Depois da alta da reabilitação, o treino segue como manutenção e conserva a intensidade alcançada. Mudança de saúde, internação, queda ou perda de peso pedem reavaliação e ajuste da carga.

Referências selecionadas

Avaliação médica

Avaliação para reabilitação e exercício terapêutico em São Paulo

A consulta define se fisioterapia, Pilates terapêutico, treino de força ou outro recurso da clínica entram no seu plano.

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Aplicação clínica

Reabilitação com tarefa, dose e medida definidas.

A dose do exercício é definida pelo que limita a tarefa. Na fraqueza por desuso ou por dor, a progressão pode aumentar resistência, repetições ou complexidade da tarefa.

Na sarcopenia, o programa mantém o aumento progressivo da carga. Quando o movimento básico está sob controle, entra o treino de potência: a fase de levantar ou empurrar é feita com mais velocidade, e o retorno, de forma controlada. O treino de equilíbrio e o aeróbico complementam o treino resistido.

Nos tendões, a progressão passa da força controlada para o armazenamento e a liberação de energia, como saltos e corrida, antes da exigência completa do esporte. Para quem não pratica esporte, o ponto de chegada é a tarefa do dia a dia: descer escadas, levantar da cadeira, agachar.

Quando a dor impede o treino, investigo a causa e trato a origem da dor, para que a pessoa volte a treinar. Na artrose do joelho, a forma do exercício muda e a carga continua: cadeira mais alta, máquina ou amplitude parcial, com progressão a partir daí.

Segurança: o que é verificado antes do treino e os sinais de alerta

  1. 01
    Antes de começar

    Fratura ou cirurgia recente, doença aguda, doença cardíaca ou pulmonar, neuropatia e risco de queda definem a carga de início, o grau de supervisão e o ritmo da progressão.

  2. 02
    Depois de queda ou trauma

    Dor intensa, deformidade, inchaço importante ou incapacidade de apoiar o peso ou de mover o braço pedem pronto-socorro antes de qualquer exercício.

  3. 03
    Sinais que interrompem o treino

    Fraqueza nova, dormência que avança, alteração para urinar ou evacuar, dor no peito, falta de ar, desmaio ou articulação quente e inchada com febre: o treino é interrompido e a pessoa procura um pronto-socorro ou liga para o SAMU 192.

  4. 04
    Reações esperadas e ajuste da carga

    Esforço é esperado, e uma reação leve e breve depois da sessão pode ser aceitável. Dor que cresce de uma sessão para a outra, queda de força, inchaço da articulação ou perda de função no dia seguinte levam a reduzir a carga e a rever o diagnóstico.

Coluna

Lombalgia

O programa pode combinar força, resistência, mobilidade, condicionamento aeróbico e controle de movimento. A escolha considera o padrão clínico, a capacidade atual, a preferência da pessoa e o que ela consegue fazer com regularidade. Mais sobre dor na coluna.

Ombro

Ruptura do manguito rotador

A reabilitação começa por movimento apoiado, amplitude menor ou treino dos músculos que colaboram na tarefa, e avança para rotação, elevação, empurrar, puxar e carregar. Mais em cirurgia ou fisioterapia na ruptura do manguito.

Quadril

Tendinopatia glútea

O treino dos glúteos começa por contração sustentada, passa a movimentos lentos contra resistência e chega ao apoio em uma perna: degrau baixo, controle da pelve e variações de marcha. Mais sobre dor no quadril.

Fibromialgia

Exercício aeróbico e treino de força

Caminhada ou bicicleta podem ser fracionadas no início. O treino de força serve para recuperar tarefas concretas: levantar de uma cadeira, carregar objetos, subir degraus.

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