Cefaleia e enxaqueca: avaliação, prevenção e tratamento
Dor de cabeça pode ser enxaqueca, cefaleia tensional, cervicogênica, neuralgia occipital, uso excessivo de analgésicos ou sinal de alerta.

Cefaleia e enxaqueca
em poucas linhas
Cefaleia precisa de avaliação quando é frequente, muda de padrão, vem com sintomas neurológicos, exige analgésicos repetidos ou limita trabalho e sono.
O tratamento combina prevenção, revisão de medicamentos, Botox para enxaqueca crônica, bloqueios, acupuntura médica e abordagem cervical ou miofascial guiada pelo exame.
Revisão clínica: Dr. Marcus Yu Bin Pai, CRM-SP 158.074. Atualizado em 15 de maio de 2026.
Cefaleia reúne
padrões
diferentes
Quando a dor é frequente, o tratamento inclui prevenção, além do alívio das crises. O plano preventivo reduz incapacidade e revisa fatores que mantêm o ciclo.
O tratamento muda conforme
- Frequência
- Sintomas associados
- Náuseas
- Sensibilidade à luz
- Dor cervical
- Uso de remédios
- Sono
- Sinais neurológicos

O que avalio
A avaliação organiza tipo de cefaleia, uso de remédios e opções de prevenção.
- Tipo de dor
- Frequência mensal
- Remédios usados
- Náusea
- Luz
- Aura
- Pescoço
- Sono
- Gatilhos
- Exame neurológico
- Sinais de alerta
Sinais que mudam a prioridade
Dor súbita e explosiva, déficit neurológico, febre, confusão, rigidez de nuca, câncer, gestação, puerpério ou mudança abrupta do padrão exigem avaliação urgente.
Tratamentos que
podem ser indicados
Botox, bloqueios e acupuntura têm papéis diferentes; a indicação depende do tipo de cefaleia.
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Perguntas frequentes
Não. O diagnóstico envolve frequência, dias com dor e características da crise.
Não. É discutido principalmente em enxaqueca crônica, com critérios específicos.
Pode piorar em alguns pacientes, criando cefaleia por uso excessivo de medicamentos.