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Costo­con­drite: dor no peito, diagnóstico e tratamento

Na costocondrite, a dor perto do esterno piora com pressão, tosse ou inspiração profunda. Alguns sinais pedem urgência antes de atribuí-la à parede torácica.

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Átrio da clínica visto de cima, com a escada, os tijolos vazados e o ripado de madeira; Dr. Marcus Yu Bin Pai aparece pequeno, de pé no piso de pedrisco
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Costocondrite

Costocondrite é a inflamação dolorosa das junções na parte anterior da caixa torácica. A junção costocondral liga a costela à cartilagem; a costosternal liga essa cartilagem ao esterno. A dor costuma ficar perto do esterno e piorar com pressão, movimento do tronco, tosse ou inspiração profunda. Esse padrão sugere dor da parede torácica; a avaliação clínica decide se ela explica todo o quadro.1

Na forma típica, o exame encontra pontos dolorosos sem aumento de volume. Edema, que é inchaço, focal e doloroso favorece síndrome de Tietze, outra condição. Calor, vermelhidão, massa ou inchaço persistente exigem outra investigação.2

Urgência na dor no peito

Se a dor no peito começou de repente, mudou de padrão ou se apresenta como pressão, aperto, peso ou queimação com falta de ar, náusea ou palpitação, ligue para o SAMU 192. Essa é uma dor torácica aguda: a avaliação procura primeiro causas cardíacas e outras doenças graves dentro do tórax.343

Dor intensa e prolongada, em peso ou aperto, pode irradiar para costas, rosto ou braços. Suor frio, palidez, falta de ar ou sensação de desmaio compõem o padrão brasileiro de suspeita de infarto.5

Procure avaliação médica urgente diante de trauma importante recente, deformidade nova da caixa torácica, falta de ar nova ou crescente, dor que impede inspirar fundo, sangue ao tossir ou mal-estar geral. Dor intensa após vômitos prolongados ou procedimento digestivo exige a mesma urgência, pois levanta suspeita de perfuração do esôfago.67

Tosse persistente ou catarro amarelo ou verde, sem o padrão urgente acima, pede avaliação clínica. A indicação de radiografia depende da duração, da febre, da ausculta, que é a escuta do coração e dos pulmões com estetoscópio, dos fatores de risco e da evolução.6

Dor ao toque

Quando o examinador pressiona uma junção perto do esterno e reproduz a dor habitual, aumenta a probabilidade de uma fonte da parede torácica. Inspiração profunda, tosse, rotação do tronco e movimento dos braços podem provocar o mesmo ponto.8

A sensibilidade não é exclusiva da costocondrite. Pessoas com infarto também podem ter dor ao toque; em casa, a dor ao apertar o peito não descarta uma causa cardíaca. O achado ganha valor depois que o risco do episódio foi avaliado.8

Início, duração, esforço, irradiação, sintomas associados, idade, antecedentes e risco cardiovascular são avaliados antes de atribuir a dor à parede torácica. Depois, o exame compara os lados e verifica se a manobra reproduz a queixa conhecida ou apenas provoca desconforto por pressão forte.3

A concordância precisa ser anatômica e qualitativa: o mesmo ponto, a mesma sensação e o mesmo movimento que costuma provocar a queixa. Dor vaga, profunda ou diferente da habitual reduz o valor da palpação e impede encerrar o raciocínio na parede torácica.8

História e exame

A avaliação localiza cada ponto parasternal ou costocondral e testa movimentos do braço, ombro, caixa torácica e tronco. Costocondrite fica mais coerente quando essas manobras reproduzem a dor familiar sem calor, vermelhidão, edema ou alteração de pele.8

Relação com alimentação, posição deitada, regurgitação ou gosto ácido direciona para refluxo e investigação digestiva, mesmo quando a parede torácica dói ao toque.7

Sintomas respiratórios mudam o foco para pulmões e pleura. O exame separa hipóteses como pneumotórax e pneumonia conforme a apresentação, com atenção adicional em pessoas imunossuprimidas, isto é, com as defesas do organismo reduzidas.7

Mesmo depois de excluir causas viscerais perigosas, dor da parede torácica ainda inclui trauma, sobrecarga muscular, herpes-zóster, síndrome da costela deslizante, xifoide doloroso, artrite local, infecção e lesão da cartilagem. Impacto, localização, pele, edema e movimento separam esses grupos.8

Várias articulações inchadas ou dolorosas favorecem artrite reumatoide. Lombalgia inflamatória prolongada e rigidez do tronco apontam para espondiloartrite axial, grupo de artrites que afeta sobretudo coluna e articulações sacroilíacas. Psoríase com inflamação de articulações, coluna ou inserções de tendões orienta para artrite psoriásica.2

Dr. Marcus Yu Bin Pai de jaleco ao computador na mesa do consultório, com modelos de coluna e de ombro sobre a mesa
Mesa do consultório, com modelos de coluna e de ombro.

Dor disseminada duradoura, sono não reparador e fadiga sugerem fibromialgia. Cada conjunto orienta investigação; um sinal isolado não confirma o diagnóstico.2

Dor progressiva ou noturna, especialmente com massa, sintomas gerais ou padrão pouco mecânico, exige investigação dirigida de fratura, infecção ou neoplasia. Esses achados não confirmam câncer; eles tornam insuficiente encerrar o caso como costocondrite simples.2

O examinador também observa qual carga começou o problema. Treino novo, levantamento, trabalho acima da cabeça, crise de tosse ou impacto mudam a probabilidade das lesões locais, mas nenhum deles fecha o diagnóstico sozinho. A sequência temporal precisa combinar com o ponto encontrado.8

Ao final, a avaliação deve responder se o padrão é focal e mecânico, local porém atípico ou parte de uma doença mais ampla. Essa classificação decide entre manejo musculoesquelético, investigação local e pesquisa sistêmica.82

Exames

Nenhum exame de sangue, eletrocardiograma ou imagem confirma costocondrite. O diagnóstico é clínico após a avaliação apropriada. Cada teste serve para procurar uma causa alternativa sugerida pela história, pelo exame e pelo risco.8

Quando existe suspeita cardíaca aguda, o eletrocardiograma procura sinais de síndrome coronariana e alterações do ritmo. Troponina cardíaca seriada, quando indicada, avalia lesão do músculo cardíaco. Risco e tempo do sintoma definem a combinação desses exames.3

Radiografia do tórax ou das costelas pode investigar uma hipótese definida de pneumonia, pneumotórax, fratura ou massa pulmonar. Tosse isolada não indica radiografia. Uma radiografia normal não mostra inflamação costocondral; ela apenas informa sobre as hipóteses que consegue avaliar.87

Angiotomografia, ressonância cardíaca e ecocardiograma entram quando sinais e risco sustentam, respectivamente, hipóteses vasculares, inflamatórias cardíacas ou valvares. Eles não são versões mais detalhadas de um exame para costocondrite.3

Tomografia local pode avaliar cartilagem e parede torácica quando há massa, edema persistente, alteração da pele, sintomas sistêmicos ou evolução que sugere infecção ou neoplasia. Nessa situação, procura destruição e extensão da lesão. Sem esse alvo, a radiação não acrescenta confirmação de costocondrite.8

Um resultado normal responde somente à pergunta daquele exame. Se a dor muda de qualidade, deixa de ser reproduzível ou ganha novos sintomas, a avaliação recomeça pelo risco atual. Um ECG ou uma radiografia feitos em outro episódio não respondem ao novo padrão.87

Ajuste de carga

Com o diagnóstico musculoesquelético estabelecido, o primeiro passo é identificar qual tarefa irrita o ponto: empurrar, puxar, carregar, elevar os braços, treinar o tronco ou repetir uma posição. Reduz-se temporariamente essa combinação específica, sem prescrever repouso completo.2

A tarefa pode ficar mais executável ao diminuir amplitude, resistência, velocidade, alavanca ou número de repetições. O ponto de partida preserva o máximo de trabalho e movimento tolerados. Isso reduz irritação sem abandonar a função que precisa ser recuperada.2

A progressão aumenta uma variável de cada vez quando respirar, mover ou trabalhar fica mais fácil e não há piora acumulada. Se cada tentativa produz perda crescente de função, a carga volta um passo. Quem define o ritmo é essa resposta.2

Dor que deixa de ser focal, passa a ocorrer sem relação mecânica ou vem com edema pede reexame. O próximo passo é conferir a causa antes de progredir a carga.2

No trabalho, isso pode significar alternar tarefas, aproximar a carga do corpo ou reduzir temporariamente alcance e repetição. No treino, pode significar mudar alavanca ou resistência e preservar movimentos que não provocam o ponto. A adaptação deve deixar uma função mensurável para recuperar.2

Fisioterapia

Fisioterapia passa a ser útil quando a dor continua limitando uma função apesar do ajuste de carga. A primeira sessão deve reproduzir com segurança a dor familiar e definir a tarefa prioritária: inspirar fundo, mover tórax ou ombro, empurrar e puxar, ou sustentar trabalho repetido dos braços.2

O exercício depende do que está limitado. Se inspirar fundo dói, começa-se pela mobilidade da caixa torácica e por respirações completas toleradas. Dificuldade para girar o tronco ou elevar o braço pede amplitude e controle. Dor ao empurrar ou carregar pede resistência gradual. Dor após trabalho repetido com os braços pede tolerância e pausas organizadas.2

O início usa uma versão que a pessoa consegue executar com técnica estável. Depois, amplitude, resistência, alavanca, velocidade ou volume aumentam separadamente. A melhora é medida pela tarefa recuperada e pela resposta posterior.2

Alongamentos trouxeram melhora em pessoas acompanhadas com costocondrite, embora esses dados ainda sejam limitados. Mobilidade, fortalecimento, técnicas manuais e retorno ao esporte seguem a reabilitação de outras dores da parede torácica e são escolhidos conforme a limitação de cada pessoa.92

A manipulação pode trazer alívio pequeno ou curto na dor musculoesquelética do tórax. Acupuntura e estimulação elétrica nervosa transcutânea, corrente aplicada por eletrodos na pele, ainda não têm benefício definido especificamente na costocondrite.28

A hipótese precisa ser revista se o padrão se torna difuso, profundo, visceral, inchado ou pouco ligado ao movimento. Também se reexamina quando a função piora de forma contínua apesar de reduzir a dose. Exercício e modalidade passiva são interrompidos até esclarecer a mudança.2

A seleção evita tratar todos os déficits ao mesmo tempo. Se o problema dominante é inspirar, a sessão precisa mostrar ganho respiratório; se é carga, precisa mostrar melhora ao empurrar, puxar ou sustentar. Mobilidade sem efeito na tarefa é retirada do plano.2

Entre sessões, registra-se a tarefa feita, a variável aumentada e a resposta funcional posterior. Melhora estável permite nova progressão. Reação cada vez mais longa, perda de amplitude ou necessidade crescente de evitar atividades aponta para redução da dose e novo exame.2

Medicamentos

Com o diagnóstico coerente, um analgésico simples ou um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) oral por período definido pode reduzir a dor ao respirar, dormir, mover o tronco ou recuperar carga. Nenhum medicamento se mostrou superior aos outros na costocondrite; a escolha depende do risco de cada pessoa.82

Antes do primeiro uso, registram-se uma tarefa-alvo e a data final do período prescrito. Nessa data, ganho funcional e boa tolerância permitem encerrar o período como planejado. Ausência de ganho, piora ou efeito adverso impedem prolongamento ou troca automáticos e levam à revisão do diagnóstico e da opção.8

Anti-inflamatórios orais podem causar eventos cardiovasculares, como infarto ou acidente vascular cerebral; úlcera, perfuração ou sangramento gastrointestinal; lesão renal; piora da pressão arterial; retenção de líquido e agravamento da insuficiência cardíaca. Antecedentes cardiovasculares, digestivos ou renais, desidratação, pressão descontrolada e insuficiência cardíaca pesam contra a escolha automática.810

Reação anterior a aspirina ou outro anti-inflamatório, com urticária, broncoespasmo, que é o estreitamento súbito dos brônquios, ou anafilaxia, uma reação alérgica grave, pode contraindicar a classe. Esse histórico deve ser checado antes do primeiro comprimido.10

Jardim interno da clínica com espelho d'água, janela redonda e bonsai
Jardim interno com janela redonda.

Gestação exige decisão com o profissional que acompanha o pré-natal, sobretudo da metade para o fim da gravidez. Anticoagulantes, antiagregantes, que dificultam a união das plaquetas, antidepressivos serotoninérgicos, que aumentam a ação da serotonina, anti-hipertensivos, diuréticos e outro anti-inflamatório podem aumentar sangramento, alterar pressão ou função renal e somar toxicidade.1110

Paracetamol é uma alternativa analgésica quando um anti-inflamatório não é adequado. Uso prolongado ou acima das instruções da bula pode causar hepatite medicamentosa grave. Conferir o princípio ativo em todos os produtos evita que a soma usada ultrapasse o limite indicado na bula.212

Diclofenaco gel, lidocaína adesiva e capsaicina são opções aplicadas na pele, emprestadas do tratamento de outras dores localizadas. Diclofenaco ainda exige cautela de anti-inflamatório; alergia a anestésicos locais do tipo amida, um grupo químico desses medicamentos, afasta lidocaína; pele lesionada ou queimação importante afasta capsaicina.813814815

Infiltração

Infiltração só entra em discussão quando a dor permanece muito focal, o exame ainda sustenta origem costocondral e um plano conservador bem escolhido não recuperou a função. Edema persistente, múltiplos pontos, sintomas sistêmicos ou mudança do padrão exigem rever o diagnóstico antes do procedimento.8

O alvo é a junção que reproduz a dor habitual. A aplicação local pode combinar anestésico e corticoide. Em procedimentos da parede torácica, a ultrassonografia permite visualizar estruturas superficiais em tempo real e pode orientar a agulha quando a anatomia ou a segurança pedem maior precisão.16

O anestésico pode produzir uma resposta inicial curta; o corticoide, quando funciona, costuma ser avaliado nos dias seguintes. Isso não prevê a duração na costocondrite típica. Antes de aplicar, escolhe-se um alvo funcional, como inspirar fundo ou empurrar, para comparar a resposta sem depender apenas de uma nota de dor.178

Como a junção costocondral fica na parede do tórax, a agulha pode perfurar a pleura, membrana que reveste o pulmão, e causar pneumotórax, entrada de ar que pode reduzir a expansão pulmonar. Esse risco raro e específico do alvo deve integrar o consentimento antes da infiltração.18

Dor ou piora transitória no local, sangramento, infecção, alteração da cor da pele e oscilação da glicose em pessoas com diabetes são outros riscos materiais. Anticoagulantes, antiagregantes, infecção ativa e controle glicêmico alteram a seleção e o plano de monitoramento.17

O benefício da infiltração foi observado sobretudo na síndrome de Tietze, que tem edema; na costocondrite típica, o efeito e a necessidade de repetir ainda não estão definidos. O bloqueio intercostal é usado em outros diagnósticos da parede torácica e não faz parte deste plano.198

Nos dias e semanas seguintes, monitoram-se a função escolhida, o ponto doloroso e os efeitos adversos. Sem benefício funcional relevante, não se repete automaticamente: reexaminam-se alvo e diagnóstico. Recorrência, edema persistente ou outras articulações envolvidas pode levar à avaliação reumatológica.87

Se houve melhora inicial, o passo seguinte é usar essa janela para recuperar carga e função. Se nada mudou, a falta de resposta questiona alvo, mecanismo ou diagnóstico e reduz a justificativa para aplicar novamente.817

Recuperação

Muitos episódios novos melhoram ao longo de semanas, mas a duração individual varia e a dor pode voltar. Dados observacionais descrevem melhora rápida em grande parte de um grupo tratado e baixa recorrência em seguimento.8

Inspirar, virar na cama, trabalhar e retomar carga devem avançar gradualmente. Uma oscilação breve pode acompanhar a progressão; perda contínua de função ou dor cada vez menos mecânica indica que o plano precisa mudar.8

Piora ou ausência de melhora depois de cerca de oito semanas de manejo justifica consulta de revisão em uma evolução comum, sem sinais de alarme. Esse prazo vale apenas para essa evolução; os sinais urgentes exigem atendimento no prazo já definido. A consulta confere diagnóstico, cargas mantidas, resposta funcional e tolerância ao tratamento.6

Dor intensa e persistente exige reconsiderar fratura, infecção, neoplasia e, quando o conjunto sustenta, fibromialgia. Essa revisão vem antes de ampliar opioides, antidepressivos ou anticonvulsivantes para uma dor focal. Não há base para escolher entre essas classes na costocondrite.2

A reavaliação termina com uma escolha: progredir carga, ajustar fisioterapia, retirar um medicamento sem benefício, investigar outra causa ou discutir infiltração apenas em dor focal refratária. Se surgir o padrão de urgência já descrito, procura-se atendimento sem esperar a consulta de acompanhamento.862

Retorno completo pode conviver com alguma sensação residual no ponto. O que conta é a tendência de melhora, tarefa recuperada e capacidade de aumentar uma variável sem perder função depois. A meta é voltar ao trabalho, ao sono e ao exercício com progressão sustentável.8

Referências

  1. Patient.info. Costochondritis: Symptoms, Causes, and Treatment. (abre em nova aba).
  2. RACGP. Musculoskeletal chest wall pain. (abre em nova aba).
  3. ACC/AHA. Guideline for the Evaluation and Diagnosis of Chest Pain. (abre em nova aba).
  4. Ministério da Saúde. SAMU 192. (abre em nova aba).
  5. Ministério da Saúde. Infarto agudo do miocárdio. (abre em nova aba).
Ver todas as 19 referências
  1. NHS inform. Costochondritis. (abre em nova aba).
  2. StatPearls. Costochondritis. (abre em nova aba).
  3. American Family Physician. Costochondritis: Rapid Evidence Review. (abre em nova aba).
  4. Rovetta G et al. Stretching exercises for costochondritis pain. (abre em nova aba).
  5. DailyMed. Diclofenac oral prescribing information. (abre em nova aba).
  6. FDA. NSAID use in pregnancy. (abre em nova aba).
  7. Anvisa. Riscos do uso indiscriminado de paracetamol. (abre em nova aba).
  8. DailyMed. Diclofenac topical gel 1% prescribing information. (abre em nova aba).
  9. DailyMed. Lidocaine patch 5% prescribing information. (abre em nova aba).
  10. DailyMed. Capsaicin cream 0.1% Drug Facts. (abre em nova aba).
  11. Daniels SP et al. US-guided musculoskeletal interventions of the body wall and core. (abre em nova aba).
  12. Frimley Health NHS Foundation Trust. Ultrasound Guided Injection. (abre em nova aba).
  13. Brockel M et al. Ultrasound-guided costochondral joint injection in an adolescent with costochondritis. (abre em nova aba).
  14. Kamel M et al. Ultrasonographic assessment of local steroid injection in Tietze syndrome. (abre em nova aba).

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