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Remédios para dor ciática

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17 min
Dr. Marcus Yu Bin Pai, de jaleco, aponta no monitor uma imagem de exame da coluna lombar para uma pessoa sentada à sua frente, vista de costas
Neste artigo

Remédio na ciática

Remédio pode reduzir a dor ciática por um período, mas não confirma o diagnóstico e não corrige a causa da dor que desce pela perna. Ciática descreve sintomas de irritação de uma raiz nervosa lombar: dor que irradia por um trajeto, às vezes com formigamento, dormência, fraqueza ou reflexo alterado. Dor na nádega ou na coxa sem padrão neurológico pode ter outra origem.[1]

Quando escolho um remédio para ciática, pesam a intensidade e a duração da dor, o que ela impede no dia a dia, doenças dos rins, do estômago e do coração, os outros remédios em uso e os sinais neurológicos do exame. O objetivo prático é voltar a caminhar, dormir e participar da reabilitação enquanto acompanho o diagnóstico e a evolução.

O anti-inflamatório pode ser considerado numa tentativa curta, na menor dose eficaz, quando rins, estômago, coração e os outros remédios permitem; na ciática, o benefício dele é incerto. Corticoide em comprimido, pregabalina, gabapentina e calmantes da família dos benzodiazepínicos ficam fora do tratamento de rotina da ciática, e opioides não são indicados para a ciática crônica.[1]

Uma contraindicação pode excluir o anti-inflamatório, a falta de benefício afasta a pregabalina e o risco de dependência pesa contra os sedativos. Quando isso acontece, o plano pode seguir direto para atividade adaptada, investigação ou avaliação de procedimento, sem testar cada classe antes.

Remédios para ciática: benefício e limite
Anti-inflamatórioBenefício incerto; menor dose e duração se o risco permitir
Corticoide em comprimidoFora da rotina; alívio médio pequeno
Pregabalina ou gabapentinaSem benefício demonstrado para ciática
Opioide ou benzodiazepínicoSedação, dependência e retirada limitam o uso

Sintomas e trajeto da dor

Na ciática, a dor sai da região lombar ou da nádega e desce pela perna num território compatível com uma raiz nervosa. Dormência, formigamento, reflexo alterado ou fraqueza no mesmo território tornam a hipótese mais coerente, mas nenhum sintoma isolado confirma compressão por hérnia de disco.[9]

Na consulta, pergunto por onde a dor desce, se piora com tosse ou esforço, onde há dormência ou formigamento e o que deixou de ser possível fazer. No exame, testo força, sensibilidade, reflexos e as manobras de tensão do nervo. A combinação aponta a raiz provável na coluna lombar e mostra se uma imagem pode mudar a decisão.

Doença do quadril, neuropatia periférica, doença vascular e dor musculoesquelética podem imitar a dor radicular, e uma dor muito forte não ajuda a separar uma causa da outra. O que decide é a plausibilidade anatômica: trajeto, exame e, quando indicada, imagem precisam concordar.[9]

Exame físico na ciática

No exame, registro a dor lombar e a dor da perna de cada lado, o território da dormência, a força e a marcha. Levantar a ponta do pé, caminhar sobre os calcanhares, ficar na ponta dos pés e estender o joelho ajudam a comparar raízes diferentes.[9] Separo a limitação causada pela dor da fraqueza neurológica, porque não conseguir caminhar por fraqueza preocupa mais do que evitar o apoio por dor.[6]

A elevação da perna estendida e a elevação da perna oposta, chamada elevação cruzada, apoiam o diagnóstico de hérnia com radiculopatia, isto é, com sinais de sofrimento de uma raiz nervosa, quando reproduzem o trajeto habitual da dor. Um teste positivo isolado, ou limitado pela dor, é lido junto com força, reflexos, sensibilidade e evolução antes de eu chamar o quadro de radiculopatia.[9]

Confirmar radiculopatia lombar significa mostrar que a queixa segue uma raiz nervosa e que o exame encontra sinais dessa mesma raiz. Dor que começa no quadril e fica na face lateral da coxa, sem alteração de reflexo, força ou sensibilidade, me leva a examinar o quadril e os tendões antes de falar em ciática.

Queimação nos dois pés, mais distal e simétrica, sugere neuropatia periférica antes de uma raiz única. Dor na panturrilha que aparece sempre com a caminhada e melhora ao parar obriga a considerar a circulação. Quando trajeto, exame e imagem não concordam, eu revejo a hipótese diagnóstica.[9]

Antes do remédio
HistóriaTrajeto, gatilho e tempo
NeurologiaForça, reflexo, sensibilidade e marcha
ImagemQuando muda procedimento ou urgência

Ressonância e outros exames

Peço imagem quando o resultado provavelmente muda a conduta: sinais de alerta, déficit neurológico, suspeita de outra doença ou dor persistente que pode levar a uma infiltração ou a uma avaliação cirúrgica. Uma nota alta de dor, sozinha, não justifica o exame.[1]

Com história e exame compatíveis, a ressonância é o exame não invasivo preferido, porque mostra a raiz e os tecidos moles. A radiografia responde a perguntas sobre o osso e não mostra diretamente a raiz comprimida. Tomografia, ou tomomielografia (tomografia feita com contraste injetado no canal da coluna), fica para situações selecionadas, como ressonância contraindicada ou inconclusiva diante de uma suspeita coerente.[9]

O tamanho ou a descrição de uma hérnia no laudo não mede a gravidade clínica. Sintomas, déficit e função definem a importância do achado, e uma alteração degenerativa incidental ou um termo forte no laudo não justifica aumentar o remédio. Para planejar um procedimento, o achado precisa concordar com o trajeto, a sensibilidade, os reflexos e a força no mesmo lado e no mesmo nível.[1]

Uma ressonância antiga pode deixar de responder à pergunta quando o lado, o território ou a força mudaram depois do exame. Antes de um procedimento, comparo a data da imagem com o trajeto atual e verifico se o nível mostrado ainda explica o déficit. A ressonância é repetida quando a informação nova provavelmente muda o alvo, a urgência ou o tratamento.[9]

Remédios para a dor ciática

Antes de prescrever, combino qual tarefa a analgesia precisa destravar: caminhar até o trabalho, dormir sem acordar a cada mudança de posição, tolerar uma sessão de fisioterapia ou sentar para uma refeição. É essa tarefa que avalio no retorno, junto com os efeitos adversos e o exame neurológico. Efeito adverso, ausência de melhora na tarefa combinada, sonolência que reduz a atividade ou piora de força e marcha encerram a tentativa e mudam a discussão.[1]

Anti-inflamatórios

O anti-inflamatório entra para reduzir a dor o suficiente para destravar essa tarefa. Como o benefício é limitado, a tentativa usa a menor dose eficaz pelo menor tempo e só começa quando os fatores de risco permitem. Ele pode não caber para quem tem doença renal, sangramento digestivo prévio, insuficiência cardíaca, usa anticoagulante ou já toma outro anti-inflamatório.[1]

Os riscos principais são sangramento digestivo e lesão renal, sobretudo em pessoas suscetíveis. Produtos para dor, gripe ou febre podem repetir o mesmo princípio ativo, e ler a composição evita dose duplicada sem perceber. Protetor gástrico não elimina o risco renal, e trocar de marca não remove o risco da classe.

Sinal de sangramento digestivo, reação alérgica ou piora da função renal interrompe a tentativa e pede avaliação médica conforme a gravidade. Pomada e comprimido não substituem um ao outro: o gel ou a pomada anti-inflamatória não tem demonstração de alcançar uma raiz lombar irritada.[10]

Dr. Marcus Yu Bin Pai palpa a região da escápula de uma pessoa vista de costas, que leva a mão ao ombro oposto
Palpação da região da escápula.

No retorno, pergunto se caminhar, sentar, dormir ou participar da reabilitação melhorou e que efeito adverso apareceu. Dor que persiste pode indicar outro diagnóstico, déficit em evolução ou necessidade de outro nível de tratamento. Sem ganho funcional que compense o risco, o passo seguinte é rever a hipótese.[1] O anti-inflamatório não descomprime a raiz e não previne déficit motor; se a força ou a marcha pioram, a prioridade é um novo exame neurológico.[9]

Anti-inflamatório: tentativa curta
Pode caberMeta funcional e risco aceitável
RevisarRim, estômago, coração e interações
PararSem ganho ou efeito adverso

Corticoide em comprimido

Não receito corticoide em comprimido como rotina para a ciática, porque o benefício global é insuficiente e existem danos. Uma receita curta não é etapa obrigatória para toda radiculopatia.[1]

Em média, a dor caiu cerca de meio ponto numa escala de 0 a 10 no curto prazo, com pequeno sinal de melhora da função e sem reduzir a necessidade de cirurgia; a dose e a duração ideais continuam incertas.[3] Por isso, uma melhora passageira depois do corticoide não confirma que a raiz desinflamou nem que novos ciclos vão resolver o episódio. O corticoide pode alterar a glicemia, a pressão arterial, o sono e o humor, e esses efeitos pesam mais em quem tem diabetes, infecção ou já repetiu vários ciclos.

Se o corticoide foi prescrito para outra doença, como asma ou doença reumatológica, a indicação, a duração e a retirada continuam ligadas a essa condição. A ciática não é motivo para interromper, prolongar ou repetir esse esquema por conta própria.[1]

Pregabalina e gabapentina

Pregabalina e gabapentina, os chamados gabapentinoides, têm uso em outras dores neuropáticas, mas na ciática não mostraram o mesmo benefício. Na ciática aguda ou crônica, a pregabalina não aliviou a dor na perna mais do que um comprimido inativo, nem em dois meses nem em um ano, não trouxe vantagem nos outros resultados avaliados e causou mais efeitos adversos.[2]

A sensação de choque ou queimação não permite transferir para a raiz lombar o resultado desses remédios em outras neuropatias. Sem benefício global e com danos, eles não entram no meu tratamento da ciática.[1]

Quem já usa um gabapentinoide não deve parar de uma vez. Na revisão, confiro a indicação original, o benefício, a dose, o tempo de uso, quedas, inchaço e a combinação com álcool, opioide ou benzodiazepínico. A retirada é individual e gradual.[5]

Se existe outra neuropatia ao mesmo tempo, como a diabética ou a pós-herpética, território, exame, meta e efeito adverso são registrados em separado, e a pregabalina para dor neuropática segue a indicação própria desse outro quadro. Melhorar a queimação dos pés não demonstra melhora da raiz lombar, e falhar na ciática não apaga uma indicação distinta.[2]

Opioides e benzodiazepínicos

Opioides não são indicados para a ciática crônica, e benzodiazepínicos também não são recomendados para a ciática. Nenhum dos dois descomprime a raiz, e ambos acrescentam sedação, dependência e sintomas de retirada.[1]

Quando um opioide, um benzodiazepínico ou um gabapentinoide já está em uso, a retirada é planejada de forma gradual com quem prescreveu, a partir da indicação, do benefício, dos danos e dos sintomas de retirada. Confusão, sonolência incapacitante, queda ou uso fora do combinado pedem revisão da prescrição. Essa revisão cuida da segurança e da dependência.[5]

Gabapentina ou pregabalina combinada com opioide, benzodiazepínico ou outro depressor do sistema nervoso aumenta o risco de sedação e de depressão respiratória, e doença respiratória ou idade avançada ampliam esse risco. Nessa combinação, reviso a dose, o horário e a necessidade de cada sedativo.[8]

Fisioterapia e movimento

Exercício e orientação fazem parte do cuidado da dor lombar com sintomas na perna quando a avaliação não mostra urgência neurológica. O início pode usar atividade aeróbica, mobilidade ou fortalecimento, conforme a irritabilidade dos sintomas e a função de partida.[11]

Na fisioterapia, a pergunta inicial é qual tarefa hoje está limitada e qual movimento a pessoa tolera sem piora neurológica ao fim do dia. Quem não consegue caminhar dez minutos pode começar com marcha fracionada; quem perdeu tolerância para sentar pode trabalhar transições, mobilidade e pausas de posição; quem evita levantar-se pode precisar de fortalecimento inicial e treino da própria tarefa. O exame, a preferência da pessoa e a resposta durante e depois da sessão orientam a escolha do exercício.[11]

O programa progride quando a tarefa fica mais tolerável, a marcha se mantém estável e não surge fraqueza nova. Distância de caminhada, tolerância para sentar, levantar, sono e trabalho mostram se a função está crescendo. Uma crise de dor durante o exercício, sozinha, não mostra que a raiz piorou. Dor que oscila ou recua da perna em direção à lombar pode ser acompanhada dentro do plano. Pé arrastando, menos força para subir na ponta dos pés, perda de equilíbrio nova ou mudança clara do território pedem novo exame antes de qualquer aumento de carga, mesmo que a pessoa tolere mais exercícios.[9]

Nesse plano, o remédio tem um papel definido: abrir uma janela de tolerância para a atividade que recupera função. Sonolência que faz a pessoa se mover menos não conta como progresso, mesmo que a nota de dor caia; o saldo inclui função, exame neurológico e efeitos adversos.[1]

Remédio e reabilitação
MetaCaminhar, dormir ou sentar melhor
EntradaMovimento tolerável e seguro
ProgressãoAumentar tarefa com reavaliação

Infiltração epidural

A injeção epidural de corticoide é uma forma de infiltração na coluna que pode ser considerada quando a ciática é ao mesmo tempo aguda e grave. Aguda significa menos de três meses de duração; grave exige dor intensa e impacto relevante na função. Dor lombar isolada, quadro crônico estável ou simples falha dos comprimidos ficam fora dessa indicação.[1]

Em média, a melhora da dor na perna e da incapacidade é pequena e de curto prazo, em geral abaixo de 10 pontos numa escala de 0 a 100. Para uma pessoa, esse alívio pode ser o que permite caminhar e participar da reabilitação; para outra, é insuficiente. Por isso, antes do procedimento, combino com a pessoa qual tarefa precisa melhorar. O alívio passageiro não corrige a compressão, e por isso a comparação seriada de força e marcha continua depois da injeção.[4]

Nenhuma via, substância ou dose epidural se mostrou superior para todos, e eventos raros não podem ser excluídos com precisão. Anticoagulantes, infecção, alergias e outras condições clínicas entram na avaliação de segurança do procedimento, junto com a escolha da técnica. No retorno, comparo a tarefa combinada antes da injeção, a força e a marcha com o exame anterior.[4]

Cirurgia e encaminhamento

Fora da urgência, a descompressão cirúrgica pode ser considerada quando o tratamento não cirúrgico não melhorou a dor ou a função.[1]

A discectomia, cirurgia que retira o fragmento de disco que comprime a raiz, pode beneficiar quem tem sintomas graves o suficiente para justificar a operação e um quadro compatível com hérnia de disco radicular. Com sintomas menos graves, tanto a cirurgia quanto o cuidado não operatório podem trazer melhora.[9]

Uma opinião cirúrgica pode terminar sem indicação de cirurgia. A consulta responde se existe um alvo anatômico que explique a dor da perna, o déficit e a limitação no mesmo lado e no mesmo nível: a imagem é comparada com o trajeto da dor, a força do pé e do joelho, os reflexos, a sensibilidade e o que já impede trabalho, marcha ou sono. Essa comparação separa uma hérnia que coincide com a radiculopatia de um achado frequente no laudo sem relação com a queixa.

Fraqueza progressiva e síndrome da cauda equina, a compressão das raízes que controlam bexiga, intestino e sensibilidade da sela, mudam a velocidade da decisão. Nos demais casos, a discussão ganha peso quando dor e incapacidade continuam relevantes apesar de tratamento não cirúrgico coerente e a imagem mostra compressão compatível com o exame.

Mãos do médico, de jaleco, folheando um livro sobre a mesa do consultório
Leitura na mesa do consultório.

A descompressão trata o componente ligado à raiz. Dor lombar difusa, sintomas do quadril e alterações em vários níveis seguem outra lógica e não têm a mesma previsão de benefício. A duração dos sintomas entra na decisão junto da gravidade, da função, da preferência e do risco cirúrgico; nenhum prazo isolado, e nenhum tamanho de hérnia, torna a cirurgia obrigatória.[9]

Reavaliação da força e da marcha

Dor menor não demonstra que a raiz se recuperou. Por isso, em cada retorno, repito e anoto com data o exame motor de cada lado: estender o joelho, levantar a ponta do pé e sustentar o corpo na ponta dos pés, a força vencida contra a gravidade e o efeito na marcha. Registro também se o teste foi interrompido por dor. Reflexo e sensibilidade ajudam a localizar o déficit; cansaço geral ou sedação pedem repetir o teste em condição interpretável antes de atribuir a piora à raiz. Piora objetiva muda a urgência mesmo com a dor controlada.[6]

Sedação pode fazer a pessoa se mover menos e relatar menos dor sem ganhar capacidade. Com anti-inflamatório, corticoide ou gabapentinoide, efeito adverso e função neurológica ficam registrados ao lado da nota de dor.[1]

Quando o território deixa de seguir uma raiz ou o exame aponta quadril, neuropatia periférica ou doença vascular, o diagnóstico é refeito antes de qualquer escalada. Se o padrão radicular continua coerente e não há urgência, o próximo passo é escolhido entre atividade adaptada, infiltração epidural para ciática aguda e grave e opinião cirúrgica com imagem concordante.

Sinais de alerta

Retenção urinária nova, perda da percepção de bexiga cheia, incontinência, dormência na região da sela (entre as pernas, no períneo e na parte interna das nádegas), alteração do funcionamento do intestino ou fraqueza que avança rapidamente exigem avaliação urgente e ressonância. Os sinais de bexiga, intestino e sela levantam a suspeita de síndrome da cauda equina. Não é preciso esperar todos os sinais aparecerem. Dor intensa sem déficit merece cuidado, mas segue outro caminho; essa distinção é feita no exame e pode mudar ao longo das horas.[6]

Durante o uso de pregabalina ou gabapentina junto com opioide, benzodiazepínico ou outro sedativo, respiração lenta ou difícil, dificuldade para despertar, confusão, tontura incomum ou lábios arroxeados exigem atendimento; apenas reduzir a próxima dose por conta própria não resolve o risco agudo.[8]

Diante desses sinais, procure de preferência o pronto-socorro de um hospital; se não for possível chegar a um hospital, uma unidade de pronto atendimento (UPA) faz o primeiro atendimento. Se houver risco imediato ou o transporte não for seguro, ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) pelo 192. Conte como estão a urina e o intestino, a sensibilidade na região da sela, a força, se houve febre ou trauma e quando a piora começou.[7]

Referências

  1. Low back pain and sciatica in over 16s: assessment and management NG59. 2020. https://www.nice.org.uk/guidance/ng59/chapter/recommendations (abre em nova aba)
  2. Trial of Pregabalin for Acute and Chronic Sciatica. 2017. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28328324/ (abre em nova aba)
  3. Systemic corticosteroids for radicular and non-radicular low back pain. 2022. https://www.cochrane.org/evidence/CD012450_systemic-corticosteroids-radicular-and-non-radicular-low-back-pain (abre em nova aba)
  4. Corticosteroid injections for treatment of sciatica. 2020. https://www.cochrane.org/evidence/CD013577_corticosteroid-injections-treatment-sciatica (abre em nova aba)
  5. Medicines associated with dependence or withdrawal symptoms NG215. 2022. https://www.nice.org.uk/guidance/ng215 (abre em nova aba)
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  1. Cauda equina, conus medullaris and syndromes mimicking sciatic pain. 2024. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10943478/ (abre em nova aba)
  2. SAMU 192. 2026. https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/samu-192 (abre em nova aba)
  3. Gabapentin and pregabalin: Drug Safety Communication – Serious Breathing Problems. 2019. https://www.fda.gov/safety/medical-product-safety-information/neurontin-gralise-horizant-gabapentin-and-lyrica-lyrica-cr-pregabalin-drug-safety-communication (abre em nova aba)
  4. Clinical Guidelines for Diagnosis and Treatment of Lumbar Disc Herniation with Radiculopathy. 2012. https://www.spine.org/documents/researchclinicalcare/guidelines/lumbardischerniation.pdf (abre em nova aba)
  5. The best way to take your over-the-counter pain reliever? Seriously.. 2025. https://www.fda.gov/drugs/safe-use-over-counter-pain-relievers-and-fever-reducers/best-way-take-your-over-counter-pain-reliever-seriously-four-panel-brochure (abre em nova aba)
  6. Interventions for the Management of Acute and Chronic Low Back Pain: Revision 2021. 2021. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10508241/ (abre em nova aba)

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