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Fratura vertebral por osteoporose: dor nas costas, exames e tratamento

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Mãos do médico segurando um modelo anatômico da coluna vertebral ao lado de um abajur
Neste artigo

Como uma vértebra frágil pode fraturar

Uma fratura vertebral por osteoporose acontece quando o osso perde resistência e cede sob uma carga que antes tolerava. Pode surgir depois de uma queda, mas também durante um movimento comum, como levantar um objeto, curvar o tronco ou tossir. A parte da frente da vértebra frequentemente perde mais altura que a parte de trás, formando uma cunha. Essa alteração pode causar dor localizada e, quando se soma a outras fraturas, perda de altura e aumento da curvatura das costas.[5][10]

A estrutura interna da vértebra se parece com uma rede de pequenas traves ósseas. Na osteoporose, essa rede fica mais frágil, de modo que uma carga habitual pode ultrapassar sua capacidade de sustentação. O corpo vertebral pode achatar sem lesão do tecido nervoso da medula espinhal ou dos nervos. Uma fratura estável, sem comprometimento neurológico, tem possibilidades de tratamento diferentes de uma lesão instável ou acompanhada de compressão neural.[11][18]

O cuidado tem duas frentes desde o início: controlar a dor e recuperar movimento, enquanto a fragilidade óssea é investigada e tratada para reduzir novas fraturas. Essas frentes podem avançar juntas. Aliviar o episódio atual devolve autonomia; tratar a osteoporose modifica o risco dos próximos meses e anos, inclusive quando a dor melhora rapidamente.[5]

Sintomas e causas que mudam a investigação

A dor de uma fratura recente costuma aparecer no meio ou na parte baixa das costas e piorar ao mudar de posição, levantar, permanecer em pé ou caminhar. Algumas pessoas descrevem uma faixa dolorosa ao redor do tronco. Outras fraturas causam poucos sintomas e só são identificadas em uma radiografia feita por outro motivo. Por isso, perda de altura e mudança de postura também podem levar à investigação, mesmo sem uma crise de dor bem lembrada.[12][10]

O exame localiza a sensibilidade, observa o alinhamento e verifica a capacidade de movimentar e caminhar. Força, sensibilidade e outros sinais neurológicos ajudam a identificar situações em que o canal vertebral ou os nervos podem estar envolvidos. A intensidade da dor, sozinha, não define estabilidade. A história do trauma e as imagens completam essa avaliação, especialmente quando a pessoa não consegue se mobilizar.[10]

Osteoporose é uma causa frequente, mas uma vértebra também pode enfraquecer por tumor ou infecção. História de câncer, febre, perda de peso sem explicação, imunossupressão (redução das defesas do organismo) ou evolução atípica ampliam o diagnóstico diferencial. Um trauma de maior energia também exige avaliar outras estruturas. Nesses contextos, exames e encaminhamentos procuram a causa específica, pois a conduta pode incluir tratamento oncológico, antimicrobiano ou estabilização cirúrgica.[10][14][15][17]

Radiografia, ressonância e tomografia

A radiografia mostra perda de altura, formato da vértebra e deformidades associadas. Quando existem várias vértebras achatadas, porém, pode ser difícil saber qual alteração é recente e qual se relaciona à dor atual. Comparar com imagens anteriores esclarece se houve mudança. A localização da dor no exame físico continua importante: uma deformidade antiga em um nível pode coexistir com outra causa de dor em uma região diferente.[12]

A ressonância identifica edema na medula óssea, o tecido que ocupa o interior do osso. Após uma fratura, esse sinal pode refletir aumento local de líquido associado à lesão. A medula óssea é diferente da medula espinhal, que faz parte do sistema nervoso.[20] O edema costuma apoiar atividade recente da fratura.

A ressonância também avalia nervos, discos, ligamentos e características que levantem suspeita de outras doenças. O edema é interpretado junto do tempo dos sintomas e do exame; ele não funciona como um relógio exato nem comprova sozinho que aquela vértebra é a única fonte de dor. Essa correspondência entre dor, exame e imagem pesa mais quando se discute um procedimento.[2][13]

Dr. Marcus Yu Bin Pai, de jaleco, explica a coluna com um modelo de vértebras sobre a mesa para uma pessoa sentada à sua frente, vista de costas
Explicação com um modelo de vértebras na consulta.

A tomografia detalha as paredes ósseas e os fragmentos, inclusive a parede posterior, próxima ao canal vertebral. Pode ser útil para esclarecer a anatomia da fratura e planejar uma intervenção. As modalidades se complementam conforme a pergunta: deformidade, atividade recente, estabilidade ou outra causa estrutural. Uma pessoa com fratura estável e evolução favorável não precisa necessariamente de todos os exames ou de repetição em intervalos fixos.[10]

O que cada exame mostra
RadiografiaForma e altura da vértebra.
RessonânciaAlterações de líquido dentro do osso, medula espinhal, nervos e outras causas de dor.
TomografiaParedes ósseas e fragmentos.
DensitometriaDensidade mineral e acompanhamento da fragilidade.

Densitometria e risco de outra fratura

A densitometria, ou DXA, mede a densidade mineral em regiões padronizadas, geralmente quadril e coluna. Ela ajuda a avaliar risco e acompanhar o tratamento ósseo; a causa da dor aguda é esclarecida pelo exame e pela imagem. A própria ocorrência de uma fratura vertebral por fragilidade já traz informação importante: o osso falhou sob uma carga baixa. Em mulheres após a menopausa e homens mais velhos, esse antecedente pode justificar tratamento antifratura mesmo quando o resultado da densitometria não está na faixa mais baixa.[4]

A avaliação também procura fatores que alterem a escolha do medicamento ou expliquem a fragilidade. Fraturas anteriores, quedas, uso prolongado de corticoide, perda de peso, dificuldade de absorção intestinal e doenças hormonais são exemplos. Função renal, cálcio, vitamina D e outros exames são selecionados conforme a história. O resultado pode mudar tanto a classe terapêutica quanto o acompanhamento necessário para usá-la com segurança.[4]

O risco de uma nova fratura aumenta depois de uma fratura vertebral recente. Por isso, a prevenção secundária começa durante o acompanhamento do episódio atual. Organizar essa etapa inclui definir quem acompanha a saúde óssea, quais exames faltam e como o tratamento terá continuidade. A resistência dos ossos pode continuar baixa depois que a dor melhora.[4]

Controle da dor e uso de colete

A analgesia inicial procura permitir ações como levantar da cama, ir ao banheiro, dormir e caminhar pequenos trajetos. O medicamento é escolhido de acordo com intensidade da dor, função renal, risco digestivo, outros remédios e vulnerabilidade a quedas ou confusão. Analgésicos simples podem ser suficientes em alguns casos. Em pessoas mais velhas, em geral se evita o uso de anti-inflamatórios por possíveis efeitos no estômago, nos rins e no sistema cardiovascular. Quando seu uso é considerado, esses riscos precisam ser avaliados e monitorados.[3]

Quando a dor intensa impede mobilização, um opioide pode ser considerado por período limitado e com acompanhamento próximo. Sonolência, tontura, confusão e constipação precisam entrar na avaliação desde o início, pois podem reduzir a autonomia que se pretendia recuperar. O ajuste inclui observar o que a pessoa consegue fazer e diminuir ou trocar a estratégia quando os efeitos adversos superam o benefício. Dor ainda incapacitante apesar de tratamento adequado exige reexaminar a fratura e o plano.[3][10]

Um colete pode reduzir movimentos dolorosos e facilitar ficar em pé em situações selecionadas. Seu benefício deve aparecer na função, como tolerar melhor uma transferência ou caminhada. O ajuste considera nível da fratura, postura, pele e respiração. O colete não tem efeito comprovado sobre a cicatrização da fratura, chamada consolidação, e não é obrigatório em toda fratura osteoporótica. A indicação e o tempo de uso precisam ser revistos conforme a resposta.[3][12]

O repouso pode aliviar temporariamente a dor, mas permanecer na cama por tempo prolongado favorece perda de força e dificulta o retorno à rotina. Depois de avaliar estabilidade e segurança, o cuidado busca mobilização progressiva com a ajuda necessária. A vértebra pode consolidar mantendo alguma deformidade; o tratamento acompanha dor, capacidade funcional e risco de piora.[10][4]

Reabilitação de uma fratura estável

A reabilitação começa pelas tarefas que ficaram comprometidas. Levantar, sentar, virar na cama e caminhar podem ser treinados com adaptações para reduzir a exigência sobre a região dolorosa. O programa considera a estabilidade da fratura, outras fraturas, a curvatura da coluna e a força de pernas e quadris. Na fase de maior dor, exercícios para a musculatura extensora das costas podem começar em posições com menor carga, conforme a avaliação.[3]

Com a evolução, entram fortalecimento progressivo, resistência muscular e equilíbrio. A orientação para pegar objetos ou mudar de posição considera a carga, a velocidade e a flexão do tronco. A progressão pode aumentar primeiro a duração de uma caminhada e depois sua dificuldade. Cada etapa é acompanhada pela dor durante e após a tarefa e pelo grau de ajuda ainda necessário.[3][4]

A prevenção de quedas também é específica: tontura provocada por medicamentos, visão reduzida, calçados instáveis e obstáculos no trajeto até o banheiro são problemas diferentes e pedem correções próprias. Melhorar equilíbrio e adaptar o ambiente complementam o tratamento ósseo. Uma nova dor localizada após queda ou uma piora importante depois de melhora inicial exige avaliação antes de continuar aumentando a carga, porque pode haver outra fratura.[4][10]

Medicamentos para reduzir novas fraturas

O osso está em renovação contínua: parte é reabsorvida e parte é formada. Os medicamentos para osteoporose procuram melhorar esse equilíbrio. Os antirreabsortivos reduzem a retirada de osso; os agentes que estimulam formação aumentam a construção óssea em situações selecionadas. O benefício principal é diminuir a probabilidade de novas fraturas. Esses tratamentos têm uma função diferente dos analgésicos usados para a dor da vértebra atual.[4]

Bisfosfonatos, como alendronato e ácido zoledrônico, são opções frequentes. A escolha entre via oral e infusão pela veia considera tolerância digestiva, função renal e viabilidade de seguir o esquema. No caso do alendronato oral, é preciso permanecer sentado com o tronco ereto ou em pé por pelo menos 30 minutos após a tomada e até depois da primeira refeição: deitar cedo aumenta o risco de irritação e lesão do esôfago.

Dificuldade de deglutição ou de manter essa posição pode tornar a via inadequada. A infusão muda essas exigências, mas também requer avaliação renal e metabólica. A duração do tratamento é revista conforme risco e resposta.[4][19]

O denosumabe também reduz a reabsorção, por outro mecanismo. Antes de iniciá-lo, é necessário planejar a continuidade: atrasos relevantes ou interrupção sem tratamento de transição podem levar a perda óssea rápida e aumentar o risco de fraturas vertebrais. Doença renal avançada exige atenção adicional, porque o medicamento pode provocar queda grave do cálcio no sangue, sobretudo em quem faz diálise. Nesse contexto, avaliação especializada e monitorização orientam se e como utilizá-lo.[4][8]

Sala de reabilitação da clínica com barras paralelas diante de uma parede de seixos e de uma janela redonda
Barras paralelas na sala de reabilitação.

Em risco muito alto, como após múltiplas fraturas vertebrais ou fratura recente com fragilidade importante, podem ser considerados medicamentos que estimulam formação óssea, como teriparatida e romosozumabe. Seus riscos diferem: o romosozumabe exige atenção específica a infarto e acidente vascular cerebral prévios, além do risco cardiovascular atual. Depois dessa fase, uma terapia antirreabsortiva ajuda a preservar o ganho. Tratamentos anteriores, condições metabólicas e possibilidade de acompanhamento orientam a escolha e a sequência.[4]

Cálcio, vitamina D e alimentação adequada apoiam a saúde óssea, com suplementação quando houver indicação. Corrigir uma deficiência tem finalidade própria; quando o risco justifica, o medicamento antifratura continua necessário. O acompanhamento verifica tolerância, administração correta, quedas, novas fraturas e densidade mineral em intervalos apropriados. Uma fratura durante o tratamento leva a revisar essas variáveis e as causas secundárias.[4]

Cifoplastia, vertebroplastia e cirurgia

A vertebroplastia injeta cimento ósseo na vértebra fraturada para estabilizá-la. Na cifoplastia, geralmente um balão cria espaço antes da injeção. O objetivo é reduzir a dor associada ao movimento na região da fratura e facilitar mobilização. Esses procedimentos não tratam a osteoporose do restante do esqueleto, e recuperar parte da altura vertebral não garante um ganho adicional de dor ou função.[2][12]

A seleção considera se a fratura é recente e ainda não consolidada, se a dor corresponde àquele nível no exame e na imagem e quanto a incapacidade persiste apesar do controle clínico. Uma deformidade antiga sem relação clara com a dor oferece uma justificativa diferente e mais incerta. Também entram na decisão anatomia da fratura, possibilidade de infecção, coagulação, condições gerais e o objetivo funcional esperado, como conseguir voltar a caminhar.[12][6]

Nos estudos com vertebroplastia, o benefício não se mostrou consistente. Por isso, a vertebroplastia e a cifoplastia não são indicadas de rotina. Um benefício em casos selecionados não está excluído, mas o tempo dos sintomas ou a nota de dor, isoladamente, não permitem prevê-lo. A decisão reúne atividade e concordância da fratura, incapacidade persistente, alternativas e riscos.[9][3]

Na prática, a cimentação fica reservada a fraturas recentes selecionadas, com dor concordante e incapacidade que persiste apesar do tratamento clínico.[2][3]

Os riscos incluem vazamento de cimento, irritação ou compressão de nervos, embolia, sangramento e infecção. A técnica é orientada por imagem, mas isso não elimina complicações. Instabilidade importante, deformidade com comprometimento neurológico ou compressão neural podem exigir outro tipo de cirurgia, com estabilização e eventual descompressão. A escolha depende da lesão identificada. Independentemente de haver procedimento, a prevenção de novas fraturas e a recuperação funcional continuam fazendo parte do cuidado.[13][10]

O que sustenta a discussão de cimentação
Fratura ativaTempo dos sintomas e imagem compatíveis.
Dor concordanteO nível da fratura corresponde ao exame.
Incapacidade relevanteTratamento clínico e resposta documentados.
Benefício e riscoObjetivo funcional, alternativas e incerteza explícitos.

Como reconhecer uma recuperação favorável

Muitas pessoas melhoram ao longo de semanas a poucos meses com tratamento clínico, mas a velocidade depende da fratura e das condições associadas. Acompanhamento útil verifica se é possível levantar com menos ajuda, caminhar mais, dormir melhor e reduzir medicamentos sem perder função. A escala de dor contribui, porém não mostra sozinha se a autonomia voltou. A capacidade de realizar tarefas e os efeitos do tratamento completam a avaliação.[10]

A dor persistente pode refletir a própria fratura, alterações de postura, perda muscular ou outra estrutura dolorosa. Piora depois de uma fase de melhora, nova queda, dor em um nível diferente ou aumento rápido da deformidade justificam reexame e possível nova imagem. Repetir apenas analgésicos ou colete pode deixar uma nova causa sem investigação. A estratégia muda conforme o que esse reexame esclarece.[10]

A revisão também confirma a continuidade do cuidado ósseo: se o medicamento foi iniciado, se houve dificuldade para recebê-lo ou tomá-lo e se algum efeito adverso interrompeu o plano. Prevenção de quedas e reabilitação acompanham a evolução da pessoa. O resultado procurado combina recuperação do episódio atual e redução do risco de outro evento.[3][4]

Quando procurar atendimento urgente

Fraqueza nova nas pernas, perda progressiva de sensibilidade, dormência na região entre as pernas ou dificuldade nova para controlar ou esvaziar bexiga e intestino exigem pronto atendimento imediato. Esses sintomas podem indicar comprometimento neurológico. Dor após trauma importante também precisa de avaliação de urgência, mesmo quando já existe osteoporose conhecida.[3][16][17]

Febre com dor forte nas costas, mal-estar importante ou dor que impede qualquer mobilização justificam avaliação no mesmo dia. Quem tem história de câncer e apresenta dor nova e progressiva deve contatar a equipe assistente ou procurar avaliação médica em até 24 horas; com sinais neurológicos, o destino é o pronto atendimento imediato. Esses contextos exigem verificar infecção, tumor, instabilidade ou outra causa que mude a conduta, em vez de aguardar a recuperação habitual de uma fratura estável.[14][15][10]

Referências

  1. AAOS. Osteoporosis and Spinal Fractures. (abre em nova aba)
  2. NASS. Osteoporotic Vertebral Compression Fractures guideline. 2024. (abre em nova aba)
  3. NOGG. Management of symptomatic osteoporotic vertebral fractures. 2024. (abre em nova aba)
  4. LeBoff et al. The clinician’s guide to prevention and treatment of osteoporosis. 2022. (abre em nova aba)
  5. Chou, Grover e LeBoff. New Osteoporotic/Vertebral Compression Fractures. Endotext, atualizado em2026. (abre em nova aba)
Ver todas as 20 referências
  1. NICE TA279. Vertebroplasty and balloon kyphoplasty: recommendations. (abre em nova aba)
  2. Mayo Clinic. Vertebroplasty. 2024. (abre em nova aba)
  3. FDA. Denosumab and severe hypocalcemia in advanced kidney disease. 2024. (abre em nova aba)
  4. Firanescu et al. VERTOS IV randomized trial. 2018. (abre em nova aba)
  5. McCarthy e Davis. Diagnosis and Management of Vertebral Compression Fractures. American Family Physician, 2016. (abre em nova aba)
  6. Annaswamy, Sun e Oberdoerster. Compression Fractures of the Spine. PM&R KnowledgeNow, atualizado em2025. (abre em nova aba)
  7. Madassery. Vertebral Compression Fractures: Evaluation and Management. Seminars in Interventional Radiology, 2020. (abre em nova aba)
  8. Wong e McGirt. Vertebral compression fractures: a review of current management and multimodal therapy. 2013. (abre em nova aba)
  9. IDSA. Native Vertebral Osteomyelitis in Adults: clinical practice guideline. 2015. (abre em nova aba)
  10. NICE. Spinal metastases and metastatic spinal cord compression, NG234. 2023, revisão2026. (abre em nova aba)
  11. NICE. Suspected neurological conditions: recognition and referral, NG127. (abre em nova aba)
  12. NICE. Spinal injury: assessment and initial management, NG41. (abre em nova aba)
  13. Alexandru e So. Evaluation and Management of Vertebral Compression Fractures. The Permanente Journal, 2012. (abre em nova aba)
  14. DailyMed. Alendronate sodium tablets: administração e segurança esofágica. Prescribing information, seções 2.6, 4 e 5.1. (abre em nova aba)
  15. Kumar Y, Hayashi D. Role of magnetic resonance imaging in acute spinal trauma: a pictorial review. 2016. Seção sobre fratura vertebral recente e antiga. (abre em nova aba)

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