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Diferença principal
Proloterapia e infiltração com corticoide usam uma agulha, mas agem de formas diferentes. Na proloterapia, geralmente se aplica uma solução concentrada de dextrose (glicose) dentro de uma articulação, na entese, que é o ponto onde tendão ou ligamento se prende ao osso, ou no tecido ao redor da articulação, com a hipótese de provocar uma resposta biológica local.[5] O corticoide reduz a inflamação no ponto em que é colocado. As duas são indicadas depois que a causa da dor foi diagnosticada.[4]
Quando há indicação, o corticoide costuma controlar os sintomas por um período limitado, com o objetivo de permitir função e reabilitação. Ele não age sobre tudo o que dói: tendinopatia degenerativa (desgaste do próprio tendão), dor que vem da coluna, fraqueza, sobrecarga e sensibilização (quando o sistema nervoso passa a amplificar a dor) não são inflamação que o corticoide trate. Para ter efeito, a substância precisa chegar a uma estrutura compatível com o diagnóstico.[3]
Na proloterapia, há estudos com melhora em alguns diagnósticos, sobretudo na artrose do joelho, mas com concentrações, locais, número de aplicações e comparações diferentes. O reparo do tecido é uma hipótese que não foi demonstrada de forma consistente em pessoas: sentir menos dor não prova que cartilagem, ligamento ou tendão se regeneraram.[5]
Na consulta, a escolha começa por quatro perguntas: qual estrutura reproduz a dor, qual diagnóstico explica o padrão, que tratamento ativo já foi feito e que resultado a injeção precisa produzir para justificar o risco.[4] As duas técnicas exigem alvo definido, assepsia, consentimento e uma medida de resultado combinada antes; os sinais que pedem atendimento depois da aplicação estão reunidos no quadro de segurança, perto do fim.
Substância e alvo
Dextrose concentrada é a solução mais usada em proloterapia, mas o nome reúne protocolos diferentes: aplicação dentro da articulação, pontos ao redor dela, inserções de ligamentos e enteses, com concentrações e volumes variados. Uma série de aplicações ao redor do joelho não equivale a uma injeção dentro dele, e o protocolo de um local não pode ser levado automaticamente para ombro, coluna ou tendão.[5]
O corticoide também muda de um caso para outro. O tipo de corticoide, a dose, o volume, o anestésico associado e o local mudam o risco. Uma infiltração dentro da articulação para sinovite (inflamação da membrana que reveste a articulação), uma aplicação em bursa (pequena bolsa que amortece o atrito perto de tendões e articulações) e uma injeção ao redor de tendão atendem diagnósticos distintos. Evito depositar corticoide dentro do tendão, porque isso pode enfraquecer o tecido e aumentar o risco de ruptura.[3]

O ultrassom melhora a visualização das estruturas e a precisão em alvos pequenos ou profundos. Acertar uma bursa normal não trata uma radiculopatia (dor causada por irritação de uma raiz nervosa), e colocar a solução na articulação não resolve uma dor que vem do tendão. A imagem guia a agulha; a história e o exame dizem se aquele alvo merece tratamento.[3]
Às vezes a injeção serve para localizar a dor. Na injeção diagnóstica, o anestésico local é levado à estrutura suspeita e os sintomas são reavaliados logo depois; alívio imediato acima de 50% ajuda a apontar a origem provável quando estruturas vizinhas produzem padrões parecidos. Essa resposta é diagnóstica: ela não prevê o benefício do tratamento a longo prazo.[4]
Padrão dos sintomas
Dor articular costuma combinar piora com carga, perda de movimento, rigidez e, às vezes, derrame articular (acúmulo de líquido dentro da articulação). Dor de tendão é mais localizada e aumenta com uma contração ou tarefa específica. Dor de nervo pode queimar, formigar ou seguir um trajeto. Essas diferenças decidem se faz sentido aplicar dentro da articulação, ao redor de uma entese ou em nenhum desses lugares.[4]
O tempo de evolução também pesa. Uma piora aguda com calor e inchaço pode ser sinovite, crise por cristais ou infecção; a tendinopatia costuma acompanhar semanas de carga; a dor radicular muda com a posição e pode vir com perda de força ou de sensibilidade. Cada um desses diagnósticos tem um tratamento diferente.[3]
Uma dor muito forte pode vir de uma lesão que não deve ser infiltrada, e uma dor moderada pode impedir uma tarefa essencial. Por isso registro o local, o comportamento, a carga, os sinais associados e a perda de função; depois, no exame, tento reproduzir o padrão que a pessoa conhece e testo as hipóteses concorrentes.
Diagnóstico
A primeira separação é entre dor articular, de tendão, de ligamento, muscular, de nervo e referida (sentida longe da estrutura que a produz). Derrame, perda de movimento e dor ao carregar peso sobre a articulação apontam uma rota diferente da dor focal na inserção de um tendão. Queimação em trajeto, formigamento ou fraqueza levam a investigação para nervo ou raiz. Dor espalhada, sem um ponto que o exame reproduza, torna pouco plausível uma injeção localizada.[4]
Na dor no joelho por artrose, procuro no exame derrame, amplitude de movimento, alinhamento, estabilidade, força e as tarefas que ficaram limitadas. A radiografia caracteriza o desgaste quando o diagnóstico ou a decisão exige imagem, mas a gravidade vista no filme não mede diretamente a dor. Proloterapia e corticoide foram estudados nesse contexto de artrose.[1]
Na tendinopatia, a dor deve surgir com a carga compatível e ser reproduzida em um ponto do tendão. Mudanças estruturais no ultrassom podem existir sem sintomas. Antes de qualquer procedimento, reviso como a carga vem sendo progredida, a força, a velocidade, o sono prejudicado pela dor, os medicamentos e as doenças que alteram a cicatrização ou o risco de sangramento.[4]
Na dor lombar, o rótulo de “ligamento frouxo” não pode ser deduzido de uma dor inespecífica. Radiculopatia, estenose do canal (estreitamento do canal da coluna), inflamação da articulação sacroilíaca, fratura, infecção e dor que vem de órgãos internos pedem outras rotas diagnósticas.[8]
Exame e imagem
O exame começa por uma tarefa real: caminhar, subir escada, agachar, correr, elevar o braço ou ficar sentado. Comparo onde a dor aparece, em que amplitude, com qual carga e se há perda de força, instabilidade, inchaço ou alteração neurológica. A injeção é discutida quando esses achados formam uma hipótese que pode ser testada.[4]
A radiografia é útil para artrose, alinhamento, calcificação, fratura e outras alterações ósseas. O ultrassom mostra tendão, bursa e derrame e guia a agulha em tempo real. A ressonância responde perguntas mais específicas, como uma lesão estrutural relevante ou um diagnóstico alternativo.[3]
Imagem alterada e dor podem coexistir sem relação de causa. Artrose na radiografia pode não explicar uma dor lateral; uma tendinose (desgaste do tendão visto no exame) pode não ser o tecido que dói; uma protrusão de disco pode ser achado incidental. Para explicar a dor, local, comportamento sob carga e exame precisam concordar com a imagem. Quando a imagem contradiz o padrão clínico, reviso a hipótese antes de pensar em uma técnica mais forte.[4]
O ultrassom registra o caminho e o alvo da agulha, mas a segurança depende também da assepsia e da revisão de anticoagulantes, alergias, infecção local, diabetes e do material usado. Perto de nervos, vasos ou da pleura (membrana que envolve o pulmão), o planejamento de segurança faz parte da própria indicação.[3]
Reabilitação
Exercício na artrose
Na artrose, o exercício adaptado à pessoa é parte central do tratamento. O programa trabalha fortalecimento local, condicionamento aeróbico e a função necessária para caminhar, levantar da cadeira ou subir degraus, e progride conforme a articulação afetada, a tarefa limitada e a capacidade inicial. A dor pode aumentar no começo; nesse caso, ajusto a carga em vez de abandonar o plano. Regularidade e adesão sustentada melhoram dor, função e qualidade de vida, e sessões supervisionadas podem facilitar a entrada de quem não consegue progredir sozinho.[2]

Quando a dor impede qualquer entrada no programa, uma infiltração de efeito curto pode abrir uma janela de participação. Na artrose do joelho, o resultado útil é usar essa janela para progredir no exercício, com atenção ao quadril, ao joelho e a movimentos como sentar, levantar e subir degraus.
Na reavaliação, comparo a mesma medida feita antes do tratamento: a distância caminhada, o número de repetições, até onde a articulação se move ou a velocidade. Se a função não melhora, reviso o programa e o diagnóstico antes de usar uma nova injeção no lugar da reabilitação.[2]
Controle de peso
Quando artrose e excesso de peso coexistem, perder peso faz parte do tratamento. Qualquer redução tende a beneficiar dor, função e qualidade de vida, e perder cerca de 10% do peso provavelmente traz mais benefício do que perder 5%. A meta é combinada com cada pessoa.[2]
Tendão, coluna e outros alvos
Fora da artrose, o plano de carga pertence ao tecido realmente diagnosticado: o tendão, a coluna ou outra estrutura. Com a proloterapia, a reabilitação continua definida pelo diagnóstico.[5] A infiltração terapêutica continua ligada à reabilitação específica da lesão e à mudança da atividade que agrava a dor, e sua utilidade se mede pelo quanto ajuda essa reabilitação a avançar.[4]
Medicamentos
Os remédios também são escolhidos pelo diagnóstico e pelos riscos de cada pessoa. Na artrose, um anti-inflamatório pode ser discutido antes de uma injeção, com atenção a rins, pressão arterial, coração, estômago, uso de anticoagulantes e interações. Esse raciocínio não se transfere automaticamente para tendão, dor de nervo ou dor lombar. Defino uma meta de função e um prazo de revisão para o remédio.[2]
Depois de uma infiltração de corticoide em articulação ou tecido mole, a glicemia pode subir, e quem tem diabetes precisa de um plano para esse período. Quem usa anticoagulante também precisa de uma decisão individual, descrita em riscos e contraindicações; uma lista universal de remédios a suspender seria insegura.[3]
Infiltração com corticoide
O corticoide é mais indicado quando existe um processo inflamatório local plausível e o controle temporário da dor pode mudar a função. Os exemplos são a sinovite em uma articulação, algumas bursites e tenossinovites (inflamação da bainha que envolve o tendão), sempre depois de excluir infecção e confirmar o alvo. Ele reduz a atividade inflamatória e a dor por um período variável; não repara cartilagem nem corrige a mecânica do movimento.[3]
Na artrose, o benefício esperado é curto, em torno de 2 a 10 semanas. Isso pode bastar para atravessar uma crise ou retomar o exercício. Se a função não melhorou nessa janela, a justificativa para repetir a mesma estratégia diminui.[2]
Quando a triamcinolona, um corticoide, foi aplicada no joelho a cada 12 semanas durante dois anos, houve maior perda de volume de cartilagem, sem controle da dor melhor do que com injeção de soro fisiológico. Esse resultado não proíbe uma aplicação isolada bem indicada, mas impede tratar séries fixas como inofensivas ou inevitáveis.[7]
Os efeitos adversos do corticoide em infiltrações incluem aumento passageiro da dor, infecção, que é rara, alteração da glicose, mudança na pele e na gordura sob a pele, sangramento e dano a tendão ou cartilagem, conforme o alvo e a exposição. A menor dose eficaz, o intervalo e o número total de aplicações são ajustados à condição; a repetição é definida pela resposta anterior somada ao risco acumulado.[3]
Proloterapia
A proloterapia foi estudada na artrose do joelho, na fascite plantar, na dor no ombro, na epicondilite lateral (dor na face externa do cotovelo), na dor lombar e em outras situações, com protocolos muito variados. O resultado é avaliado em cada diagnóstico.[5]
Quando considero a proloterapia, defino antes da primeira aplicação o objetivo, a atividade que será medida, os tratamentos associados, o prazo de avaliação e o que faz parar: ausência de ganho, reação ou mudança de diagnóstico. Os protocolos variam de aplicação única a séries com intervalos diferentes, e o número de sessões é decidido depois de observar a primeira resposta.[5]
Os dados sobre efeitos adversos da proloterapia são incertos, porque muitos estudos eram pequenos e parte deles não registrou eventos de forma sistemática. A falta de complicações relatadas, portanto, não estabelece segurança ampla nem permite comparar riscos raros entre regiões do corpo, e o risco é avaliado para o procedimento e o alvo realmente propostos.[5]
Escolha por diagnóstico
Bursa, articulação e tecido ao redor da articulação têm diagnósticos e riscos próprios, mesmo quando a agulha é parecida. Se o exame não produz um alvo coerente para uma injeção em articulação ou tecido mole, a próxima decisão é revisar o diagnóstico. Injeções na coluna (como a epidural), bloqueios junto a nervos e punções em alvos profundos seguem outra avaliação. A comparação entre dextrose e corticoide depende do diagnóstico, do alvo e do prazo avaliado.[4]
Artrose do joelho
O corticoide dentro da articulação pode dar alívio de curto prazo em uma pessoa selecionada.[2] Na proloterapia, o benefício é incerto.
Dentro do joelho, comparada com injeção de soro fisiológico, a dextrose provavelmente acrescenta pouco ou nenhum ganho de função.[5] Estudos pequenos, com protocolos muito diferentes dentro e ao redor da articulação, mostraram melhora de dor e função.[6] Exercício e tratamento funcional continuam sendo a base.
Bursa e bainha do tendão
Em bursa ou bainha de tendão com inflamação bem localizada, o corticoide depende do diagnóstico, da exclusão de infecção e de uma técnica que não coloque a substância dentro do tendão. A proloterapia não é um substituto genérico para a bursite.[3]
Tendinopatia
Na dor de tendão, a injeção é discutida depois da revisão de carga descrita no diagnóstico e quando a dor é reproduzida em um ponto do tendão. Mesmo assim, ela é comparada com a carga progressiva e com o que se sabe sobre aquele tendão em particular, porque tendões superficiais e profundos não têm o mesmo risco de procedimento, e a técnica evita colocar corticoide dentro do tendão.[3]
Fascite plantar e epicondilite lateral
Na fascite plantar e na epicondilite lateral, a proloterapia pode melhorar a função que a dor limita quando comparada com injeção de soro, mas esse resultado é incerto. Se ela for considerada, entra ao lado da reabilitação do tecido e com critério de parada definido antes da primeira aplicação.[5]
Ombro
Na dor no ombro, os estudos misturaram bursite e doença do manguito rotador, e o desempenho físico com proloterapia foi pior do que com corticoide. No ombro, portanto, separo primeiro bursa, tendão do manguito e articulação antes de escolher a substância.[5]
Dor lombar crônica
Na dor lombar crônica sem causa definida, os resultados são conflitantes. A proloterapia isolada não mostrou eficácia, e os estudos favoráveis juntaram a proloterapia a manipulação, exercício e outras intervenções, o que impede atribuir o resultado à dextrose. Raiz nervosa, faceta (pequena articulação entre as vértebras) e articulação sacroilíaca são alvos diferentes, e a aplicação parte de uma hipótese anatômica clara.[8]
Repetição e critério de parada
Depois do corticoide, a duração do efeito depende do diagnóstico e da preparação, e na artrose a expectativa é de curto prazo. Observo a resposta clínica e funcional ao longo das semanas seguintes antes de decidir o próximo passo, porque menos dor sem ganho na atividade que a pessoa quer recuperar pode não cumprir o objetivo do tratamento.[2]
Considero uma nova aplicação quando o benefício foi relevante, durou o suficiente para avançar na reabilitação, não houve efeito adverso importante e o diagnóstico continua coerente. A repetição perde fundamento quando a primeira aplicação não mudou a função, o efeito durou apenas horas, a reação superou o ganho ou a avaliação encontrou outra origem para a dor.[3]
A ausência de resposta pode indicar alvo errado, doença mais avançada, fator mecânico não tratado ou pouca eficácia da técnica para aquele diagnóstico. Antes de trocar dextrose por corticoide, ou o contrário, revejo a hipótese. Nessa revisão também entram custo, tempo de recuperação e as alternativas não invasivas ainda disponíveis.[5]
Riscos e contraindicações
Infecção na pele ou na articulação, alergia relevante e impossibilidade de assepsia impedem uma aplicação eletiva de corticoide. Glicemia, pele, gordura sob a pele, tendão, cartilagem e exposição acumulada pesam conforme o alvo. Essas contraindicações pertencem ao corticoide e à anatomia proposta; a proloterapia tem avaliação própria.
Antes da aplicação, o consentimento nomeia a substância, a dose, o plano anatômico, a necessidade de guia por imagem e as aplicações anteriores relevantes.[3] Também explico o procedimento, os benefícios, os riscos e as alternativas; a pele e o material são preparados com técnica asséptica, e as conexões da agulha e da seringa não são manipuladas diretamente.[4]
Para quem usa anticoagulante, em uma articulação periférica de baixo risco o sangramento é pesado junto do risco de trombose caso o remédio seja interrompido. Punções profundas, a proloterapia e alvos próximos da coluna, da pleura, de nervos ou de vasos exigem análise específica da anatomia e da técnica, parte da segurança em procedimentos que reviso antes de marcar a aplicação.[3]
Sinais após a aplicação
Falta de ar, inchaço na garganta, desmaio ou colapso depois de uma injeção indicam comprometimento respiratório ou circulatório e pedem ligação imediata para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU, 192).[10]
Uma articulação quente, vermelha, inchada e em piora após a aplicação pede avaliação no mesmo dia, em pronto-socorro ou unidade de pronto atendimento (UPA), para excluir infecção.[11] O nome da substância aplicada não define sozinho a gravidade; o que decide é o comprometimento respiratório, circulatório ou neurológico e a evolução clínica.[9] Uma reação local fora do que foi orientado deve ser comunicada à equipe, levando produto, dose, alvo, data e evolução.
Referências
- 2019 ACR Arthritis Foundation Guideline for Osteoarthritis of the Hand Hip and Knee. 2019. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11488261/ (abre em nova aba)
- Osteoarthritis in over 16s diagnosis and management NG226. 2022. https://www.nice.org.uk/guidance/ng226/chapter/Recommendations (abre em nova aba)
- Use and safety of corticosteroid injections in joints and musculoskeletal soft tissue. 2025. https://rapm.bmj.com/content/early/2025/03/11/rapm-2024-105656 (abre em nova aba)
- Joint and Soft Tissue Injections. 2023. https://www.aafp.org/pubs/afp/issues/2023/0800/joint-soft-tissue-injections.pdf (abre em nova aba)
- Dextrose Prolotherapy for Musculoskeletal Pain: A Systematic Review. 2024. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK611436/ (abre em nova aba)
Ver todas as 11 referências
- Dextrose prolotherapy in knee osteoarthritis systematic review and meta-analysis. 2021. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8144680/ (abre em nova aba)
- Effect of Intra-articular Triamcinolone vs Saline on Knee Cartilage Volume and Pain. 2017. https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2626573 (abre em nova aba)
- Prolotherapy injections for chronic low-back pain. 2007. https://www.cochrane.org/evidence/CD004059_prolotherapy-injections-chronic-low-back-pain (abre em nova aba)
- SAMU 192. 2026. https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/samu-192 (abre em nova aba)
- World Allergy Organization anaphylaxis guidance 2020. 2020. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7607509/ (abre em nova aba)
- Guideline for management of septic arthritis in native joints. 2023. https://jbji.copernicus.org/articles/8/29/2023/index.html (abre em nova aba)
