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Dor
persistente
: avaliação de casos complexos

Para a dor que já passou por muitos tratamentos.

A avaliação para casos complexos revisa diagnóstico, exames e tratamentos já tentados.

Alguns casos chegam depois de

  • Meses ou anos de dor
  • Exames com achados pouco conclusivos
  • Medicações acumuladas
  • Fisioterapia que ajudou só por um período
  • Procedimentos que aliviaram parcialmente
Dr. Marcus Yu Bin Pai aponta no monitor uma imagem de exame da coluna lombar para uma pessoa sentada à sua frente, vista de costas
Dr. Marcus Yu Bin Pai explica a coluna com um modelo de vértebras sobre a mesa para uma pessoa vista de costas em primeiro plano

Objetivo
da avaliação

O objetivo é separar mecanismos de dor, revisar o que já foi tentado, identificar riscos e definir uma sequência de cuidado.

A dor persistente costuma misturar anatomia, função, sistema nervoso, sono, humor, medicamentos, cirurgias prévias e medo de movimento. O laudo mostra uma parte desse quadro.

  • Fisiatria e dor

    Formação em Medicina Física e Reabilitação pela USP, área de atuação em Dor pela AMB e prática voltada a função.

  • Acupuntura médica e neuromodulação

    Leitura de dor miofascial, neuropática e sensibilização, com técnicas indicadas conforme o plano.

  • Ensino e discussão clínica

    Atuação acadêmica no Grupo de Dor do Hospital das Clínicas da USP e participação em congressos e educação médica.

  • Estrutura integrada

    Consulta, procedimentos para dor, tecnologias e reabilitação no mesmo endereço, com alvo clínico definido.

Quando procurar

Situações em que uma reavaliação cuidadosa costuma mudar o caminho.

  • Dor que não combina com o laudo

    Hérnia, artrose ou tendinopatia podem estar no exame sem explicar toda a dor. Comparo a imagem com os sintomas, o exame físico e a limitação.

  • Dor após cirurgia ou procedimento

    Quando a dor permanece, volta ou muda de padrão, a avaliação diferencia cicatriz, irritação neural, sobrecarga, dor miofascial, inflamação ou outra fonte.

  • Sintomas em mais de uma região

    Coluna, quadril, ombro, nervos, sono e perda de força podem se sobrepor. O plano define a prioridade clínica.

  • Tratamentos que ajudam pouco

    Medicação, infiltração, fisioterapia ou acupuntura podem ajudar pouco quando o diagnóstico está incompleto, a dose não está ajustada ou falta uma sequência de reabilitação.

  • Dor neuropática ou em choque

    Com queimação, choque, formigamento, dormência e dor ao toque, avalio nervos, raízes, medula, diabetes, herpes zóster, quimioterapia ou compressões.

  • Medo de movimento e perda de autonomia

    Quando a dor passa a comandar sono, trabalho, treino e vida social, o tratamento combina segurança, função e progressão gradual.

As quatro etapas
da avaliação

  1. Reconstruir a história

    Início da dor, evolução, crises, tratamentos prévios, efeitos colaterais, cirurgias, exames, rotina, sono e objetivos funcionais.

  2. Examinar o mecanismo provável

    Força, sensibilidade, reflexos, mobilidade, pontos dolorosos, padrão de irradiação, articulações, tendões e resposta ao movimento.

  3. Revisar exames com contexto

    Ressonância, ultrassom, radiografias, eletroneuromiografia e exames laboratoriais entram quando mudam diagnóstico, risco ou conduta.

  4. Definir prioridade

    O plano escolhe o primeiro alvo, a melhor sequência e os critérios para reavaliar.

Mãos do médico manipulando um modelo anatômico de vértebras lombares sobre a mesa do consultório
Modelo de vértebras lombares Sobre a mesa do consultório.

Perguntas
frequentes

Pode ser uma reavaliação organizada. O foco é montar um mapa clínico: hipótese principal, diagnósticos alternativos, riscos e próximos passos.

Sim, se possível. Exames antigos, relatórios cirúrgicos, receitas, laudos de eletroneuromiografia e lista de medicamentos ajudam a entender a sequência do caso.

Com diagnóstico, risco clínico e objetivo definidos, sim. Isso depende de diagnóstico, segurança, exames disponíveis, medicamentos em uso, alergias, anticoagulantes, comorbidades e objetivo do procedimento. Quando falta informação, o procedimento é programado.

Isso é comum. O plano define prioridade: tratar a fonte mais provável ou mais limitante primeiro, observar resposta e ajustar a sequência.

Déficit neurológico progressivo, suspeita de doença inflamatória, infecção, fratura, câncer, compressão importante ou necessidade cirúrgica mudam a rota. A avaliação também serve para reconhecer quando outro especialista deve entrar.

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Consultas particulares para dor, fisiatria e acupuntura médica.

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