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Acupuntura para tratamento da dor em São Paulo

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Mãos do médico posicionando uma agulha na cabeça de um boneco de acupuntura
Neste artigo

O que é acupuntura

Acupuntura é a inserção de agulhas finas em pontos definidos, com manipulação manual ou, em alguns protocolos, estímulo elétrico. Na acupuntura médica, a indicação parte de um diagnóstico e de um objetivo específicos, porque o efeito esperado muda de uma condição para outra: lombalgia, artrose do joelho, dor de cabeça tensional (cefaleia tensional), enxaqueca e fibromialgia têm resultados e limites próprios.[1]

Duas perguntas costumam chegar antes de qualquer agulha: é seguro e vai ajudar? Eventos leves, como pequeno sangramento e dor no local, são os mais frequentes, e complicações graves são raras; os sinais que pedem atendimento estão reunidos no quadro de segurança, mais abaixo.[12] Se vai ajudar depende do diagnóstico, da atividade que a dor limita, do tratamento de base que continua e da mudança que justificará manter as sessões.

Na avaliação, eu também separo dor primária crônica de dor secundária. Na dor primária crônica, a própria dor, com sofrimento emocional ou incapacidade, é o problema clínico depois de uma avaliação apropriada; isso não quer dizer dor imaginada nem ausência de causa biológica. Na dor secundária, outra doença explica o quadro e precisa ser nomeada e tratada. A diferença pesa porque o que vale para a dor primária crônica não se aplica a artrite inflamatória, câncer, infecção, fratura ou compressão de nervo.[3]

Em algumas dores crônicas com diagnóstico definido, a acupuntura ajuda, e o ganho muda de um diagnóstico para outro.[2] Combino antes do início o que precisa mudar para o tratamento continuar.

Diagnóstico e exame

Na avaliação da dor lombar, o exame define se o quadro é primário crônico, radicular ou secundário. Eu testo força, sensibilidade, reflexos e sinais de raiz nervosa, e pergunto por sintomas novos ou que mudaram, porque eles levam a pensar em outro diagnóstico e a excluir câncer, infecção, trauma ou doença inflamatória. Sem sinal de causa específica, exame de imagem de rotina não é indicado na avaliação inicial, fora do atendimento especializado, e mesmo no encaminhamento para avaliação especializada a imagem pode não ser necessária.[4]

Dor irradiada no território de uma raiz, às vezes com perda de força, sensibilidade ou reflexo, caracteriza radiculopatia, o comprometimento de uma raiz nervosa. Marcha alterada, mãos fracas ou desajeitadas, reflexos exaltados (respostas exageradas no teste com o martelo) ou alteração urinária ou intestinal nova sugerem comprometimento além de uma raiz estável; nesses casos, a avaliação neurológica é feita antes das sessões.[19]

No joelho, eu examino calor, inchaço e a forma como a dor começou. Uma articulação que fica de repente dolorosa, quente e inchada, mesmo sem febre, levanta a hipótese de artrite séptica, a infecção dentro da articulação. Essa suspeita pede avaliação médica rápida, em um pronto-socorro, e, quando indicado, a análise do líquido sinovial, o líquido de dentro da articulação.[17]

Mão do médico posicionando uma agulha na parte alta das costas de uma pessoa deitada, com outras agulhas já inseridas
Agulhas na parte alta das costas.

Na cefaleia, a primeira tarefa é classificar, porque cefaleia tensional e enxaqueca têm planos preventivos diferentes. Início súbito, perda de força, de sensibilidade ou de outra função neurológica, febre, trauma ou mudança importante do padrão pedem investigação antes de qualquer plano preventivo. Uma dor de cabeça nova, ainda sem classificação, fica fora da proposta de acupuntura preventiva.[8]

Fibromialgia exige dor generalizada em regiões distintas do corpo, sintomas associados e duração mínima. Um ponto doloroso isolado não fecha esse diagnóstico, e a resposta à acupuntura só pode ser julgada depois que ele está confirmado.[18]

Cada diagnóstico também define o que o tratamento de base precisa enfrentar. Artrose do joelho pede exercício e esforço bem dosado; cefaleia pede classificação e prevenção; fibromialgia pede atividade, sono e cuidado das doenças associadas; lombalgia com perda de força ou de sensibilidade pede avaliação do nervo.

Quatro situações no exame
Dor primária crônicaPersistente, sem outra doença que explique melhor o quadro
Diagnóstico específicoJoelho, lombar, cefaleia e fibromialgia têm resultados próprios
Sinais neurológicosFraqueza, reflexo e sensibilidade alterados mudam a rota
Sinais sistêmicos ou agudosFebre, trauma, câncer, articulação inchada ou cefaleia nova exigem investigação

Tratamento por diagnóstico

Em cada diagnóstico, a acupuntura tem um alvo, uma forma de medir a resposta e limites próprios, e o tratamento de base continua ao lado dela.

Dor primária crônica

Quando a avaliação confirma dor primária crônica, a acupuntura ou o agulhamento seco pode ser considerado como um único curso delimitado, para pessoas com 16 anos ou mais, um teste com começo e fim: até cinco horas de atendimento somadas. Esse formato vem de uma diretriz de dor crônica e serve como modelo de teste para a dor primária crônica.

Antes de começar, escolhemos um alvo funcional: quantas vezes a dor interrompe o que você faz, o tempo em atividade, o sono ou a participação no trabalho e nas relações. A avaliação também considera humor, relações, sensibilização (um sistema nervoso que passou a reagir mais à dor) e medicamentos, e a acupuntura é combinada a exercício, acompanhamento psicológico ou outro componente quando a barreira correspondente está presente.[3]

O curso segue quando você faz mais atividade com recuperação aceitável, usa menos medicação de resgate, o remédio tomado nas crises, ou volta a uma tarefa. Ele para quando não há tendência de melhora depois do número de sessões combinado, quando o custo impede os elementos centrais do plano ou quando a dor se espalha com perda nova de força ou de sensibilidade. Ter o diagnóstico de dor primária não protege contra uma doença secundária nova, e a reavaliação reabre o exame quando o quadro muda.[3]

Lombalgia

Na lombalgia, as recomendações não coincidem, e por isso eu uso a acupuntura como adição possível ao exercício, que continua no plano. Há quem a aceite de forma condicional, com baixa certeza, só em adultos com lombalgia primária crônica sem outra doença que explique a dor;[5] e há quem a inclua entre as opções sem medicamento para a dor lombar aguda, subaguda ou crônica sem comprometimento de raiz nervosa.[6]

Se decidimos tentar, o exercício e o ajuste da carga continuam, e definimos uma tarefa para medir: sentar, caminhar ou trabalhar. A cada revisão, eu acompanho a irradiação da dor, a força, a sensibilidade e os sinais de raiz. Sem ganho entre as sessões no curso combinado, a acupuntura é encerrada e o diagnóstico ou a estratégia é revisto.[5]

A tentativa fica reservada aos quadros sem sinal de risco. Na dor na coluna com perda neurológica, o diagnóstico e o encaminhamento têm prioridade sobre completar sessões, e nenhuma das diretrizes cobre perda neurológica progressiva, compressão progressiva, infecção, fratura ou dor oncológica.

Artrose do joelho

Na artrose do joelho, o exercício é a base do tratamento e tem recomendação forte. A acupuntura recebe recomendação condicional, porque o efeito é pequeno e o benefício continua incerto. Essa posição é específica do joelho e não demonstra benefício no quadril, na mão ou em outra articulação.[7]

Por isso, a acupuntura no joelho é somada ao programa de exercício, que continua no centro do tratamento da artrose do joelho. Para saber se o complemento acrescentou algo ao cuidado ativo, eu meço a dor ao caminhar, ao sentar e levantar, ao subir escadas ou em outra tarefa combinada, e repito a mesma medida em cada revisão.

Preferência por evitar medicamento, experiência anterior com acupuntura ou facilidade de acesso podem pesar na decisão.[7] Um joelho que fica quente e inchado de repente precisa de avaliação médica rápida antes de qualquer sessão.

Cefaleia tensional

Para prevenir a cefaleia tensional crônica quando as medidas iniciais não bastaram, uma diretriz de cefaleia considera um curso de até dez sessões em cinco a oito semanas.[8] Em comparação com o cuidado de rotina ou com o tratamento só das crises, a acupuntura mostrou benefício.[9]

O que mostra resposta são os dias com dor de cabeça e o uso de medicação. Eles entram em um diário antes e durante o curso, junto com intensidade, duração e incapacidade. A resposta preventiva aparece como mudança ao longo de semanas.[8]

Enxaqueca

Na enxaqueca episódica, a acupuntura usada como prevenção reduziu a frequência das crises em comparação com nenhum tratamento. Esse resultado não se aplica diretamente à enxaqueca crônica nem à cefaleia secundária.[10] Eu reservo um curso semelhante ao da cefaleia tensional para quando três preventivos falharam, não foram tolerados ou não são adequados, como orienta a mesma diretriz de cefaleia.[8]

Uma sessão feita durante a crise não reproduz necessariamente o protocolo preventivo. Se o preventivo ou a frequência dos analgésicos mudar durante o curso, isso vai para o diário, porque pode explicar parte do resultado. O mesmo registro mostra quando não houve benefício e evita prolongar o tratamento por impressão.

Fibromialgia

Na fibromialgia, uma revisão reuniu estudos com resultados que variaram entre a acupuntura manual e a eletroacupuntura; foram avaliados dor, função, cansaço, sono, bem-estar e rigidez. Em um dos estudos, 20 sessões de acupuntura foram acrescentadas ao tratamento com exercício e antidepressivo. O que eu levo desse estudo é o formato: proponho a acupuntura como adição, sem retirar essa base.[11] A resposta é julgada pela atividade e pela recuperação ao longo do curso.

Neuropatia e outras dores

Para neuropatia periférica, dor pós-operatória, dor pélvica e outras condições, cada diagnóstico tem estudos com pacientes, técnicas e resultados próprios. Por isso, eu verifico o que existe para o diagnóstico exato antes de propor um curso.[1]

Curso de tratamento

Um curso de acupuntura tem começo, medida e revisão combinados. O registro de cada sessão, o que continua junto das agulhas e a regra para parar fazem parte dele.

Técnica e registro

Em cada sessão, eu registro o que permite repetir ou mudar o tratamento: o diagnóstico, o seu consentimento, os pontos e o lado, o tipo de estímulo, manual ou elétrico, a resposta e qualquer reação. Na eletroacupuntura, anoto também o aparelho e a corrente usada.[13]

Eu começo de forma conservadora, registro a reação durante e depois da sessão e só progrido quando a tolerância e a função sustentam a decisão. O tipo de estímulo escolhido acompanha o que foi estudado para aquele diagnóstico.

Medicamentos e exercício

Quando a acupuntura começa, os medicamentos em uso continuam. Na cefaleia, os dias com analgésico são contados porque o uso excessivo pode perpetuar a dor de cabeça, e qualquer redução é planejada com quem prescreveu.[8]

Na artrose, analgésicos e anti-inflamatórios seguem seus próprios riscos, bula e cuidados, com ou sem acupuntura. Na dor primária crônica, algumas classes de medicamento não devem ser iniciadas para tratar a condição, e quem já usa faz uma revisão compartilhada, sem retirada abrupta.[3] Uma melhora durante as sessões pode abrir a conversa sobre reduzir um remédio, mas não prova que ele deixou de ser necessário; sedação, sangramento, sintomas de abstinência ou falha do medicamento são assunto do prescritor.

Para saber o que a acupuntura acrescenta, o restante do plano precisa ficar estável. Mudanças necessárias por segurança ou por piora clínica são feitas e registradas. Mexer em medicamento, exercício e frequência das sessões ao mesmo tempo pode melhorar o cuidado, mas impede atribuir o resultado a uma parte isolada.

Doença inflamatória, infecção, fratura, compressão de nervo ou cefaleia secundária seguem o tratamento correspondente, e a acupuntura só continua quando é compatível com esse plano e não atrasa a decisão principal.

O que continua junto das agulhas
LombalgiaO exercício continua; a acupuntura pode ser acrescentada
JoelhoExercício é a base; a acupuntura é um complemento de efeito pequeno
CefaleiaDiário e curso preventivo dependem do tipo de cefaleia
FibromialgiaEm um estudo, acupuntura somada a exercício e antidepressivo

Resposta e interrupção

Antes da primeira sessão, eu registro com você o diagnóstico, a tarefa escolhida, a frequência dos sintomas, o uso de medicação de resgate e os tratamentos simultâneos, e combinamos um número inicial de sessões e a data da revisão. Esse é um critério clínico combinado para aquela tentativa.

A resposta útil aparece entre as sessões: menos dias de cefaleia, caminhada melhor, mais tolerância ao trabalho ou sono mais estável. Relaxamento ou alívio por algumas horas depois da agulha pode acontecer; o curso é renovado pelo ganho na tarefa escolhida. Se a tarefa não mostrar direção de ganho depois das sessões combinadas, a acupuntura é interrompida e o diagnóstico ou o plano é revisto.

Quando há melhora, o objetivo passa a ser autonomia: testamos um intervalo maior entre as sessões ou o encerramento. Se a dor voltar, a mesma condição é reavaliada, e o protocolo anterior não é transferido para outra dor.

O marcador precisa acompanhar o ritmo natural do sintoma. A cefaleia preventiva é julgada por dias ao longo de semanas, a caminhada no joelho pode ser repetida em cada revisão e, na fibromialgia, observo atividade e recuperação ao longo do curso. O marcador é escolhido antes do curso.

Mudança no padrão da dor, perda de força ou de sensibilidade, febre, trauma, perda funcional progressiva ou uma reação à agulha suspendem a sequência até nova avaliação. O que fazer diante de uma reação após a sessão está no quadro de segurança abaixo.

Segurança das agulhas

Nos estudos que acompanharam pacientes ao longo do tratamento, eventos leves, como pequeno sangramento e dor no local, foram os mais comuns, e eventos graves foram raros.[12] Mesmo raros, eles podem ocorrer, sobretudo perto do pulmão, de órgãos, de grandes vasos e de nervos. O local e o lado de cada agulha ficam registrados.

As agulhas precisam ser estéreis e de uso único. Agulha não estéril e aplicação inadequada estão associadas a infecção, perfuração de órgão e lesão do sistema nervoso central.[1]

Mãos do médico, de jaleco, folheando um livro sobre a mesa do consultório
Leitura na mesa do consultório.

No Brasil, a Lei 15.345/2026 regula o exercício da acupuntura e inclui, entre as competências previstas, prevenir e controlar os possíveis danos do tratamento.[14] Na prática, confiro o registro da agulha e do aparelho usados no sistema de consulta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A eletroacupuntura acrescenta um aparelho: se você tem um implante eletrônico, avise antes da sessão, porque a corrente, os cabos e a posição dos eletrodos são conferidos no manual e na regularização desse aparelho na Anvisa, e sem identificar o modelo eu não presumo que o uso seja compatível.[15]

Sinais de alerta após a sessão

Depois de agulhas no tórax, no ombro ou nas costas, dor no peito nova, falta de ar, tosse súbita, coloração azulada ou piora da respiração podem indicar pneumotórax, a entrada de ar entre o pulmão e a parede do tórax, que precisa ser excluído. Ligue imediatamente para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o SAMU 192, ou vá direto a um pronto-socorro. Não faça nova sessão e informe os locais, o lado, o horário, a profundidade aproximada e o estímulo usados.[16]

Inchaço súbito da língua ou da garganta, dificuldade para respirar, sensação de desmaio ou perda de consciência após a sessão podem representar anafilaxia, uma reação alérgica grave. Ligue imediatamente para o SAMU 192 para receber atendimento hospitalar, sem esperar retorno do serviço que aplicou as agulhas.[20]

Pele dolorosa, quente e inchada ao redor de um ponto, com vermelhidão que se espalha, secreção ou febre, pode representar infecção e pede avaliação urgente em uma unidade de pronto atendimento (UPA) ou em um pronto-socorro. Se vierem junto calafrios, respiração acelerada, confusão, tontura ou desmaio, ligue para o SAMU 192.[21]

Evento após a sessão
TóraxDor ou falta de ar após agulha: SAMU 192 ou pronto-socorro
AnafilaxiaGarganta, respiração ou desmaio: SAMU 192 imediatamente
InfecçãoPele quente, dolorosa e inchada: UPA ou pronto-socorro com urgência
SistêmicoConfusão, calafrios ou colapso: SAMU 192 imediatamente

Referências

  1. Acupuncture Effectiveness and Safety. 2025. https://www.nccih.nih.gov/health/acupuncture-effectiveness-and-safety (abre em nova aba)
  2. Acupuncture for chronic pain update of an individual patient data meta-analysis. 2018. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29198932/?dopt=Abstract (abre em nova aba)
  3. Chronic pain primary and secondary in over 16s NG193. 2021-current. https://www.nice.org.uk/guidance/ng193/chapter/recommendations (abre em nova aba)
  4. Low back pain and sciatica in over 16s NG59. 2016-current. https://www.nice.org.uk/guidance/ng59/chapter/Recommendations (abre em nova aba)
  5. WHO guideline for non-surgical management of chronic primary low back pain. 2023. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK599210/table/fm-ch2.tab1/ (abre em nova aba)
Ver todas as 21 referências
  1. ACP guideline for noninvasive treatments of low back pain. 2017. https://www.acponline.org/acp-newsroom/american-college-of-physicians-issues-guideline-for-treating-nonradicular-low-back-pain (abre em nova aba)
  2. 2019 ACR Arthritis Foundation Guideline for Osteoarthritis of the Hand Hip and Knee. 2019. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11488261/ (abre em nova aba)
  3. Headaches in over 12s diagnosis and management CG150. 2025. https://www.nice.org.uk/guidance/CG150/chapter/recommendations (abre em nova aba)
  4. Acupuncture for tension-type headache. 2016. https://www.cochrane.org/evidence/CD007587_acupuncture-tension-type-headache (abre em nova aba)
  5. Acupuncture for preventing migraine attacks. 2016-current. https://www.cochrane.org/evidence/CD001218_acupuncture-preventing-migraine-attacks (abre em nova aba)
  6. Acupuncture for fibromyalgia. 2013-current. https://www.cochrane.org/evidence/CD007070_acupuncture-fibromyalgia (abre em nova aba)
  7. Adverse events associated with acupuncture systematic review of prospective studies. 2021. https://bmjopen.bmj.com/content/11/9/e045961 (abre em nova aba)
  8. Revised STandards for Reporting Interventions in Clinical Trials of Acupuncture. 2010. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20615861/ (abre em nova aba)
  9. Lei 15.345 de 12 de janeiro de 2026. 2026. https://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15345.htm (abre em nova aba)
  10. Consulta de produtos para saúde regularizados. 2026. https://www.gov.br/anvisa/pt-br/comunicacao/campanhas/estetica/consulta-de-produtos (abre em nova aba)
  11. Pneumothorax after acupuncture or dry needling. 2025. https://www.blackpoolteachinghospitals.nhs.uk/patients/patient-leaflets/PL1436 (abre em nova aba)
  12. Guideline for management of septic arthritis in native joints. 2023. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9901514/ (abre em nova aba)
  13. 2016 Revisions to the 2010/2011 fibromyalgia diagnostic criteria. 2016. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27916278/ (abre em nova aba)
  14. Suspected neurological conditions: recognition and referral NG127. 2023. https://www.nice.org.uk/guidance/ng127/chapter/Recommendations-for-adults-aged-over-16 (abre em nova aba)
  15. Anaphylaxis. 2025. https://www.nhs.uk/conditions/anaphylaxis/ (abre em nova aba)
  16. Cellulitis. 2024. https://www.nhs.uk/conditions/cellulitis/ (abre em nova aba)

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