Tendinopatia do Supraespinhal – Causas, Sintomas e Tratamentos

Na categoria Dor Crônica / Fisiatria

O que é Tendinopatia do Supraespinal?

A tendinopatia do supraespinal é uma condição comum que causa dor e disfunção no ombro, afetando especificamente o tendão do músculo supraespinal. Este músculo é parte fundamental do manguito rotador, um conjunto de quatro músculos e tendões que estabilizam e permitem a ampla movimentação da articulação do ombro. O tendão do supraespinal passa por um espaço estreito entre a cabeça do úmero (osso do braço) e o acrômio (parte da escápula), tornando-o particularmente vulnerável a compressão, sobrecarga e degeneração.

O termo “tendinopatia” é mais preciso do que “tendinite” (que sugere apenas inflamação) ou “tendinose”, pois abrange todo o espectro de alterações patológicas no tendão, que podem incluir degeneração, micro-rupturas e uma resposta de reparo inadequada, frequentemente com pouca presença de células inflamatórias. É uma das principais causas de dor no ombro em adultos, especialmente em atletas que realizam movimentos repetitivos acima da cabeça (como nadadores e tenistas) e em pessoas com certas ocupações ou na faixa etária acima de 40 anos.

~20%

das dores no ombro são causadas por tendinopatias do manguito.

>40 anos

Idade onde a incidência aumenta significativamente.

>90%

dos casos melhoram com tratamentos não-cirúrgicos adequados.

Causas e Fatores de Risco

A tendinopatia do supraespinal é considerada uma condição multifatorial, resultante de uma combinação de fatores intrínsecos (relacionados ao próprio indivíduo) e extrínsecos (relacionados a atividades e ambiente).

Causas Principais

  • Compressão Mecânica (Impacto): O atrito repetitivo do tendão contra o arco acromial (especialmente em ombros com um formato de acrômio “curvo” ou “em gancho”) durante a elevação do braço.
  • Sobrecarga e Uso Repetitivo: Movimentos frequentes acima da cabeça (arremesso, nado, pintura, trabalho em prateleiras altas) que geram estresse cíclico no tendão, ultrapassando sua capacidade de reparo.
  • Degeneração Relacionada à Idade: Com o envelhecimento, a vascularização do tendão diminui e sua estrutura de colágeno pode sofrer alterações, tornando-o menos resistente e mais suscetível a lesões mesmo com esforços menores.
  • Trauma Agudo: Uma queda com o braço estendido ou um movimento brusco e forte pode lesar o tendão.

Fatores de Risco

  • Idade: Maior incidência após os 40 anos.
  • Ocupações e Esportes: Trabalhadores manuais, atletas de arremesso, nadadores, tenistas.
  • Alterações Posturais: Ombro anteriorizado (protusão), cifose torácica aumentada, que reduzem o espaço subacromial.
  • Fraqueza ou Desequilíbrio Muscular: Fraqueza dos músculos do manguito rotador (especialmente o infraespinal) e da escápula (serrátil anterior, trapézio inferior), levando a um movimento anormal do ombro.
  • Doenças Sistêmicas: Diabetes, doenças da tireoide, distúrbios lipídicos e doenças reumáticas podem afetar a qualidade do tendão.
  • Tabagismo: Piora a vascularização e a capacidade de reparo tecidual.

📋 Bloco do Especialista: O Ciclo da Dor no Tendão

A tendinopatia muitas vezes segue um ciclo vicioso: Uso excessivo → Microlesões no tendão → Resposta de reparo deficiente → Tendão mais fraco e dolorido → Compensação e sobrecarga em outras estruturas → Mais dor e disfunção. O tratamento eficaz visa quebrar este ciclo, não apenas com repouso, mas com estímulos adequados para a remodelação do tendão.

Sintomas e Diagnóstico

Reconhecer os sintomas é o primeiro passo para buscar o tratamento correto. A tendinopatia do supraespinal tem um padrão característico de dor.

Sintomas Característicos

  • Dor no Ombro: Geralmente localizada na região lateral e superior do ombro, podendo irradiar para o braço. A dor é frequentemente descrita como profunda e “em pontada”.
  • Arco Doloroso: Dor específica durante a elevação ativa do braço, tipicamente entre 60 e 120 graus. Fora deste arco, o movimento pode ser indolor.
  • Dor noturna: Dificuldade para dormir sobre o ombro afetado e acordar com dor durante a noite, o que é um sintoma muito comum e incômodo.
  • Fraqueza: Dificuldade em realizar atividades acima da cabeça ou empurrar objetos, muitas vezes mais relacionada à dor (inibição por dor) do que a uma ruptura completa.
  • Estalidos ou Crepitação: Sensação de atrito ou estalido durante o movimento do ombro.
  • Rigidez Matinal: Sensação de “ombro travado” pela manhã, que melhora com o movimento.
Sinais de Alerta: Quando Suspeitar e Buscar Ajuda
Sintoma O que Pode Indicar Conduta Recomendada
Dor após queda ou trauma agudo no ombro. Possível fratura, luxação ou ruptura tendinosa mais grave. Avaliação médica urgente (pronto-socorro).
Perda súbita e completa de força para levantar o braço. Sugere ruptura completa do tendão. Consulta com ortopedista especialista em ombro nas próximas semanas.
Dor que não melhora após 2-3 semanas de repouso relativo e analgésicos comuns. Cronificação da tendinopatia, necessidade de tratamento específico. Agendar consulta com médico especialista em dor musculoesquelética.
Dor intensa no ombro associada a febre, calor e vermelhidão local. Possível infecção articular (artrite séptica) – RARO, mas grave. Buscar atendimento de emergência imediatamente.

Como é Feito o Diagnóstico

O diagnóstico é clínico na maioria dos casos, baseado na história e no exame físico. O médico especialista realizará testes específicos para o manguito rotador (como o teste de Jobe para o supraespinal) e para avaliar o impacto. A ultrassonografia do ombro é o exame de imagem complementar de primeira escolha, por ser dinâmico, acessível e capaz de mostrar o tendão em movimento, espessura, presença de líquido e rupturas. A ressonância magnética é reservada para casos complexos, quando há suspeita de rupturas extensas ou para avaliação pré-cirúrgica.

🔍 Fluxograma: Da Suspeita ao Diagnóstico

1. Dor no Ombro + Arco Doloroso
2. Consulta Médica Especializada
3. Exame Físico Direcionado
4. Ultrassom Dinâmico do Ombro
5. Diagnóstico Confirmado + Plano de Tratamento

Tratamentos Não-Cirúrgicos Detalhados

A vasta maioria dos pacientes com tendinopatia do supraespinal responde bem a um protocolo de tratamento conservador (não-cirúrgico) bem estruturado e individualizado. O objetivo é aliviar a dor, promover a reparação e remodelação do tendão, restaurar a função e prevenir recidivas.

📌 Checklist de Ações Iniciais (Primeiras 72h – Fase Aguda)

  • Repouso Relativo: Evitar movimentos que reproduzam a dor, especialmente acima da cabeça.
  • Gelo Local: Aplicar por 15-20 minutos, 3-4 vezes ao dia, para controle da dor e inflamação.
  • Medicação Analgésica: Uso pontual de anti-inflamatórios (ex: ibuprofeno) ou analgésicos (ex: dipirona), conforme orientação médica.
  • Correção Postural: Atenção para não curvar os ombros para frente ao trabalhar ou usar o celular.

1. Terapias Farmacológicas

Os medicamentos são coadjuvantes para controle da dor, permitindo a participação nas terapias de reabilitação.

  • Anti-inflamatórios Não Esteroidais (AINEs): Como ibuprofeno, naproxeno ou cetoprofeno. Usados por períodos curtos (5-7 dias) para controle da dor e possível inflamação associada. Devem ser usados com cautela em pacientes com problemas gástricos ou renais.
  • Analgésicos Simples: Paracetamol ou dipirona para controle da dor quando o componente inflamatório não é predominante.
  • Infiltrações (Injeções):
    • Corticosteroide Subacromial: Pode oferecer alívio rápido da dor e quebra do ciclo inflamatório em casos agudos e muito dolorosos. Seu uso é controverso em tendinopatias crônicas degenerativas, pois pode enfraquecer ainda mais o tendão se usado repetidamente. Geralmente limitado a 1-2 aplicações por ano.
    • Plasma Rico em Plaquetas (PRP): Injeção de concentrado de fatores de crescimento derivados do sangue do próprio paciente no local da lesão tendinosa. A evidência sugere benefício para tendinopatias crônicas que não responderam a outros tratamentos, promovendo um estímulo biológico para a reparação. Vários protocolos existem (leucócito-pobre, rico, etc.).
    • Proloterapia: Injeção de uma solução irritante (geralmente dextrose) para estimular uma reação inflamatória local controlada e subsequentemente, a cicatrização.

2. Terapias Físicas e Procedimentos

Esta é a espinha dorsal do tratamento. A abordagem deve ser progressiva e adaptada à fase da lesão (aguda, subaguda, crônica).

  • Exercícios Excêntricos: A base da reabilitação moderna de tendinopatias. Envolvem a contração do músculo enquanto ele está alongando (ex.: abaixar lentamente um peso com o braço elevado). Promovem remodelação do colágeno do tendão, aumentando sua força e resistência. Devem ser prescritos e acompanhados por um profissional.
  • Terapia por Ondas de Choque Extracorpóreas: Aplicação de pulsos de energia acústica de alta intensidade na área do tendão. Promove neovascularização (formação de novos vasos sanguíneos), quebra de depósitos de cálcio e estimula processos de cicatrização. Indicada para tendinopatias crônicas e calcificadas.
  • Laser de Alta Intensidade (HILT): Fotobiomodulação profunda que tem efeito analgésico, anti-inflamatório e bioestimulante, acelerando o metabolismo celular e a reparação tecidual.
  • Ultrassom Terapêutico e Corrente Elétrica (TENS, PENS): Utilizados para controle da dor, redução de espasmo muscular e potencial estímulo à reparação.
  • Acupuntura Médica e Dry Needling: A acupuntura pode modular a dor de forma global. O dry needling foca em pontos gatilho musculares nos músculos ao redor do ombro (trapézio, deltoide), que frequentemente estão hiperirritáveis e contribuem para a dor.
Comparativo de Tratamentos Não-Cirúrgicos para Tendinopatia Crônica
Modalidade de Tratamento Princípio de Ação Evidência e Indicação
Exercícios Excêntricos Remodelação do colágeno, fortalecimento do tendão. Alta evidência. Tratamento de primeira linha e base para todas as fases.
Ondas de Choque Neovascularização, quebra de calcificações, estímulo biológico. Boa evidência. Para casos crônicos (>3 meses) sem resposta a exercícios. Muito eficaz para tendinopatia calcificada.
Infiltração com PRP Fornecimento local de fatores de crescimento para reparo. Evidência crescente e positiva. Opção para tendinopatias crônicas degenerativas (tendinose).
Infiltração com Corticoide Potente efeito anti-inflamatório e analgésico. Evidência limitada a curto prazo. Pode ser útil na fase aguda muito dolorosa para permitir início da fisioterapia. Evitar repetições.
Laser de Alta Intensidade (HILT) Fotobiomodulação para redução de dor e inflamação. Evidência moderada. Adjuvante eficaz para controle de sintomas e potencialização da recuperação.

3. Reabilitação Funcional e Prevenção

A fase final do tratamento visa o retorno seguro às atividades e a prevenção de novas lesões.

  • Reequilíbrio Muscular do Ombro e Cintura Escapular: Fortalecimento específico do manguito rotador (infraespinal, subescapular), dos estabilizadores da escápula e do core. Alongamento da cápsula posterior do ombro e dos peitorais.
  • Pilates e RPG (Reeducação Postural Global): Excelentes para melhorar a consciência corporal, a postura, a estabilidade central e a funcionalidade integrada do ombro.
  • Correção de Técnica Esportiva/Ocupacional: Análise e ajuste dos gestos esportivos ou movimentos repetitivos no trabalho.
  • Manutenção de um Programa de Exercícios Domiciliares: Crucial para resultados duradouros.

🔄 Linha do Tempo da Recuperação Esperada

Fase 1 (0-3 semanas)

Controle da Dor & Inflamação. Repouso relativo, gelo, medicação, exercícios leves de amplitude de movimento.

Fase 2 (3-8 semanas)

Recuperação da Força. Início de exercícios excêntricos e fortalecimento do manguito e escápula. Possível início de ondas de choque ou PRP.

Fase 3 (2-4 meses)

Reabilitação Funcional. Exercícios integrados (Pilates/RPG), retorno gradual aos esportes/atividades.

Fase 4 (>4 meses)

Manutenção & Prevenção. Continuação do programa de exercícios em casa, correção postural permanente.

Como Prevenir

A prevenção é fundamental, especialmente para quem tem fatores de risco. Baseia-se em princípios simples:

  • Aquecimento Adequado: Sempre aqueça a musculatura do ombro antes de atividades esportivas ou laborais intensas.
  • Fortalecimento Proativo: Mantenha uma rotina regular de exercícios para o manguito rotador e estabilizadores da escápula, mesmo sem dor.
  • Alongamento: Mantenha a flexibilidade dos músculos peitorais e da cápsula posterior do ombro.
  • Pausas e Ergonomia: Em trabalhos repetitivos, faça pausas para alongar. Ajuste a estação de trabalho para manter uma postura neutra.
  • Escute seu Corpo: Não ignore dores leves. Dor é um sinal de aviso. Modifique a atividade e busque orientação precoce se necessário.

Tratamento Especializado para Dor no Ombro na Clínica Dr. Hong Jin Pai

A Clínica Dr. Hong Jin Pai, localizada na Al. Jau 687 – São Paulo – SP, oferece uma abordagem de ponta e não-cirúrgica para tendinopatias do manguito rotador e outras dores complexas do ombro.

Nossa equipe é composta por médicos e fisioterapeutas especialistas em Dor, com formação e experiência pelo Grupo de Dor da Neurologia e Ortopedia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Atuamos de forma integrada, proporcionando um atendimento individualizado em salas privativas, com um plano de tratamento personalizado que pode incluir:

Acupuntura Médica Dry Needling Fisioterapia Motora Pilates e RPG Ondas de Choque Laser de Alta Intensidade (HILT) Infiltração Guiada (PRP, Corticoide) Eletroestimulação e PENS

Se a dor no ombro está limitando seus movimentos e sua qualidade de vida, não espere que ela se torne crônica. Entre em contato e agende uma avaliação detalhada.

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Perguntas Frequentes sobre Tendinopatia do Supraespinal

Tendinopatia do supraespinal tem cura?

Sim, na grande maioria dos casos há cura ou controle efetivo dos sintomas com tratamento conservador adequado. O objetivo é restaurar a função sem dor. Em casos crônicos avançados, o manejo busca controlar a dor, melhorar a função e evitar a progressão.

Quanto tempo leva para curar?

O tempo de recuperação varia conforme a gravidade e cronicidade. Casos agudos podem melhorar em 4 a 6 semanas. Tendinopatias crônicas podem exigir um programa de tratamento de 3 a 6 meses para uma recuperação satisfatória. Paciência e adesão ao tratamento são essenciais.

Posso fazer exercícios de academia com essa lesão?

Exercícios que não causem dor são geralmente permitidos, como agachamentos e exercícios para pernas. Devem ser evitados movimentos acima da cabeça (desenvolvimento), remadas altas e supino reto com carga pesada. Sempre consulte um profissional para adaptações seguras.

Aplicar gelo ou calor? Qual a diferença?

Use gelo nas fases iniciais (até 72h após início da dor) ou após atividades que provoquem dor aguda, para reduzir inflamação e dor. Use calor (bolsa quente) antes dos exercícios de alongamento ou fortalecimento na fase crônica, para melhorar a elasticidade e irrigação sanguínea.

O que é o “arco doloroso”?

É um sintoma clássico onde a dor ocorre especificamente durante a elevação ativa do braço, geralmente entre 60 e 120 graus. Fora dessa amplitude, o movimento pode ser indolor. Isso ocorre devido à compressão do tendão inflamado ou degenerado contra o acrômio nessa posição.

Infiltração de corticoide “estraga” o tendão?

Infiltrações repetidas (mais de 2 ou 3 por ano) ou mal localizadas podem enfraquecer a estrutura do tendão e levar a rupturas. Uma única infiltração, bem realizada, para controle da dor aguda e permitir início da fisioterapia, é considerada segura na maioria dos casos.

PRP é melhor que corticoide?

São tratamentos com objetivos diferentes. O corticoide é um potente anti-inflamatório para alívio rápido. O PRP é um bioestimulante para promover a reparação a médio/longo prazo em tendinopatias degenerativas. Em muitos casos, o PRP é considerado superior para resultados duradouros na tendinose crônica.

Quando a cirurgia é realmente necessária?

A cirurgia é considerada após 6 meses de tratamento conservador bem conduzido sem sucesso, em casos de rupturas completas traumáticas em pacientes jovens/ativos, ou quando há perda progressiva de força e função que impacta significativamente a qualidade de vida.

Posso dormir de lado sobre o ombro dolorido?

Geralmente não é recomendado, pois comprime o tendão. Tente dormir de costas ou do lado oposto. Se dormir do lado afetado, use um travesseiro mais alto para o pescoço e abrace outro travesseiro à frente para evitar que o ombro role para dentro.

Alongamentos caseiros ajudam?

Sim, alongamentos suaves podem ajudar. Um exemplo é o “alongamento do ombro cruzado”: puxe o braço afetado para frente e para o lado oposto, usando o outro braço, mantendo por 30 segundos. Nunca force até sentir dor aguda, apenas um desconforto leve.

O que é tendinopatia calcificada?

É um subtipo onde ocorre deposição de cristais de cálcio hidroxiapatita no interior do tendão. Pode ser assintomática ou muito dolorosa. O tratamento segue os mesmos princípios, sendo a terapia por ondas de choque particularmente eficaz para fragmentar e reabsorver essas calcificações.

Anti-inflamatórios em gel ou pomada funcionam?

Sim, podem ser uma boa opção para alívio leve a moderado da dor, com mínimo risco de efeitos colaterais sistêmicos. São aplicados diretamente na pele sobre a área dolorosa. Sua eficácia é local e superficial, mas são úteis no manejo inicial.

Estalo no ombro é sempre tendinopatia?

Não. Estalidos (crepitação) podem ocorrer na tendinopatia, mas também são comuns em outras condições, como lesões labiais, instabilidade ou artrose. A avaliação médica é necessária para diferenciar a causa precisa do estalo.

O tratamento com ondas de choque dói?

Pode causar um desconforto moderado, semelhante a pequenos “tapinhas” ou “beliscões” na pele. A intensidade é ajustável pelo terapeuta. Após a sessão, é comum uma sensibilidade local por algumas horas. O procedimento é bem tolerado pela maioria dos pacientes.

Quanto custa um tratamento com PRP?

O custo varia conforme a clínica, região e técnica utilizada. É um procedimento considerado de média a alta complexidade. Consulte clínicas especializadas para orçamento. Alguns planos de saúde podem cobrir parcialmente em casos específicos, mediante autorização.

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