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Como
funciona
a avaliação
em dor

História, exame físico, revisão de exames e plano de cuidado para decidir o próximo passo.

Dr. Marcus Yu Bin Pai palpa a região da escápula de uma pessoa vista de costas, que leva a mão ao ombro oposto

O percurso

O foco é entender o mecanismo da dor, o impacto funcional, os riscos individuais e o que já foi tentado.

  1. História clínica

    Linha do tempo, crises, tratamentos prévios, medicamentos, sono, trabalho, exercício, cirurgias, exames e objetivo funcional.

    Dr. Marcus Yu Bin Pai de jaleco ao computador na mesa do consultório, com modelos de coluna e de ombro sobre a mesa
  2. Exame físico

    Avaliação neurológica, musculoesquelética e funcional para separar dor muscular, articular, tendínea, neural, inflamatória ou mista.

    Mãos do médico aplicando o martelo de reflexos no joelho de uma pessoa deitada na maca
  3. Revisão de exames

    Imagens e laudos ajudam a confirmar hipótese, excluir risco ou planejar tratamento. Comparo o achado do exame com os sintomas e o exame físico.

    Mãos do médico manipulando um modelo anatômico de vértebras lombares sobre a mesa do consultório
  4. Plano em etapas

    O plano define prioridade, tratamento inicial, critérios de resposta e quando mudar a rota.

    Mãos do médico escrevendo com caneta em um caderno aberto sobre a mesa

O que sai da avaliação

  • Hipótese principal

    Qual é a fonte mais provável da dor e quais diagnósticos ainda precisam ser considerados.

  • Prioridade clínica

    O que tratar primeiro: crise de dor, perda de função, sono, medicação de risco, déficit neurológico ou reabilitação.

  • Opções de tratamento

    Medicação, reabilitação, acupuntura médica, ondas de choque, infiltrações, bloqueios, toxina botulínica ou tratamento multimodal a partir de diagnóstico, alvo e segurança.

  • Critérios de resposta

    Como saber se o plano funcionou: dor, função, sono, tolerância a carga, retorno ao exercício e redução de crises.

O que levar
à primeira
consulta

Trazer as informações certas ajuda a consulta a ser mais precisa.

  • Exames e laudos

    Imagem, eletroneuromiografia, exames laboratoriais e relatórios anteriores, quando existirem.

  • Medicamentos

    Lista com doses, frequência, alergias, anticoagulantes, suplementos e remédios já testados.

  • Tratamentos prévios

    Fisioterapia, infiltrações, cirurgias, acupuntura, bloqueios, ondas de choque ou outras terapias.

  • Objetivo funcional

    O que a dor impede: dormir, andar, trabalhar, treinar, dirigir, cuidar da casa ou ficar sentado.

Casos de dor complexa

O médico segura um modelo anatômico da coluna vertebral pendurado em um suporte, ao lado de um abajur aceso
  • Dor que não combina com o laudo

    Hérnia, artrose, bursite ou tendinopatia podem estar no exame sem serem a principal causa da dor.

  • Dor depois de cirurgia

    A avaliação diferencia cicatriz, irritação neural, sobrecarga, dor miofascial, inflamação, artrose e dor persistente pós-operatória.

  • Dor em choque ou queimação

    Com formigamento, alodinia, dormência e choque, avalio nervos, raízes, diabetes, herpes zóster, quimioterapia ou compressão.

  • Dor que limitou vida e movimento

    Quando sono, trabalho, treino e autonomia foram reduzidos, o plano trata dor e função ao mesmo tempo.

Perguntas
frequentes

Não. Na avaliação, defino diagnóstico, prioridade e opções. Em alguns casos indico um procedimento; em outros, reabilitação, medicação, investigação ou combinação gradual.

Sim. Laudos, imagens, receitas, relatórios de cirurgias, eletroneuromiografia e lista de tratamentos anteriores ajudam a reconstruir o caso.

Não sozinho. Comparo a imagem com sintomas, exame físico e limitação. Muitas alterações são achados comuns e não explicam toda a dor.

Sim, quando a avaliação confirma a indicação. Isso depende de diagnóstico, segurança, medicações, exames e objetivo funcional.

O plano pode começar por investigação, acompanhamento da resposta, exames adicionais ou tratamento de um alvo prioritário. Em dor complexa, o diagnóstico costuma ficar claro por etapas.

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Consultas particulares para dor, fisiatria e acupuntura médica.

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